Padmé vai a UBS (Unidade Básica de Saúde) para pedir orientações sobre sua filha Leia, de 4 anos. A garota apresentou uma crise convulsiva do tipo tônico-clônica generalizada há dois dias. Na ocasião, ela estava com febre 39,5ºC, e a crise ''durou pouco tempo, que quando fomos para o hospital, já havia passado''. Na consulta, Leia está afebril, ativa, com coriza e não há alterações no exame físico. A mãe estava apreensiva porque ''não foi passado nenhum remédio para evitar novas convulsões''. A mãe também está preocupada se seu filho Luke, de 10 anos, terá convulsões. Qual a melhor conduta para esse caso?
Alternativas
A) Orientar que se tratou de uma crise convulsiva febril, e prescrever carbamazepina por 6 meses para evitar novas crises.
B) Orientar que se tratou de uma crise convulsiva febril, não prescrever medicações, solicitar tomografia e eletroencefalograma (EEG).
C) Orientar que se tratou de uma crise convulsiva febril, esclarecer que não é necessário novas investigações e que o irmão não tem risco maior de epilepsia.
D) Orientar que como a crise durou pouco tempo, provavelmente não foi crise febril. Deve-se investigar a primeira crise com tomografia e eletroencefalograma (EEG).
E) Orientar que se tratou de uma crise convulsiva febril e não são necessários exames nesse momento. Prescrever Valproato até resolução da infecção de vias aéreas.
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