Santa Casa de Votuporanga (SP) — Prova 2020
O tratamento agudo da crise convulsiva deve ser realizado o quanto antes. São medidas inicias que devem ser realizadas, EXCETO:
Tratamento agudo da crise convulsiva → priorizar vias aéreas e benzodiazepínicos IV.
O manejo inicial da crise convulsiva visa garantir a segurança do paciente e interromper a atividade convulsiva o mais rápido possível. Isso inclui proteger as vias aéreas, oferecer oxigênio e administrar benzodiazepínicos intravenosos. A hidantoína (fenitoína) é uma medicação de segunda linha, usada após a falha dos benzodiazepínicos ou para manutenção.
O tratamento agudo da crise convulsiva é uma emergência neurológica que exige intervenção rápida para prevenir lesões cerebrais e complicações sistêmicas. A prioridade inicial é garantir a segurança do paciente e manter a permeabilidade das vias aéreas, posicionando o paciente em decúbito lateral para evitar aspiração e oferecendo oxigênio suplementar. A fisiopatologia da crise convulsiva envolve uma descarga elétrica anormal e excessiva de neurônios cerebrais. O tratamento farmacológico de primeira linha são os benzodiazepínicos intravenosos (como lorazepam ou diazepam), devido ao seu rápido início de ação e eficácia em interromper a crise. Eles atuam potencializando a ação do GABA, um neurotransmissor inibitório. A hidantoína (fenitoína) é um anticonvulsivante de segunda linha, utilizado se a crise não ceder com os benzodiazepínicos ou para manutenção após o controle inicial. Sua administração é mais lenta e possui mais efeitos colaterais agudos, como hipotensão e arritmias, se infundida rapidamente. O manejo adequado é crucial para evitar a progressão para o estado de mal epiléptico, uma condição com alta morbimortalidade.
A primeira linha de tratamento farmacológico para crise convulsiva aguda são os benzodiazepínicos intravenosos, como lorazepam ou diazepam. Eles agem rapidamente para interromper a atividade convulsiva, potencializando a ação do neurotransmissor GABA.
A hidantoína (fenitoína) não é a primeira escolha devido ao seu início de ação mais lento e ao risco de efeitos adversos cardiovasculares (hipotensão, arritmias) se infundida rapidamente. Ela é considerada uma medicação de segunda linha, para casos refratários aos benzodiazepínicos ou para manutenção.
As medidas de suporte essenciais incluem garantir a segurança do paciente, proteger as vias aéreas (posicionar em decúbito lateral, remover objetos da boca), oferecer oxigênio suplementar, monitorar sinais vitais e obter acesso venoso para administração de medicamentos.
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