Crise Asmática Pediátrica: Manejo Após Beta-2 Agonista

HEETSHL - Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena (PB) — Prova 2020

Enunciado

Escolar, seis anos, asmático, é levado ao serviço de urgência com falta de ar, tosse seca e aperto no peito há um dia. Exame físico: consciente, responsivo, calmo, dispneia e tiragem intercostal leves, FR: 30 irpm, síbilos expiratórios difusos à ausculta pulmonar. Sat 02: 96%. Recebeu três doses de beta 2 agonista inalado a cada 20 minutos e após uma hora mantinha a mesma FR, com melhora discreta dos sibilos e da dispneia, com Sat O2: 94%. A conduta adequada é adicionar:

Alternativas

  1. A) Oxigênio, brometo de ipratrópio, corticosteroide intravenoso e hospitalizar o paciente.
  2. B) Oxigênio, corticosteroide oral ou intravenoso, manter beta 2 agonista a cada uma hora e reavaliar o paciente.
  3. C) Oxigênio, corticosteroide oral ou intravenoso, manter beta 2 agonista a cada 20 minutos e reavaliar em uma hora.
  4. D) Corticosteroide oral ou intravenoso, aumentar os intervalos de beta 2 agonista a cada duas horas e reavaliar o paciente.
  5. E) Nenhuma das anteriores.

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