Uma paciente de 45 anos com histórico de asma, controlada com corticosteroides inalatórios e broncodilatadores de curta duração, apresenta-se ao pronto-socorro com dispneia intensa, sibilância e dificuldade para falar. O exame físico revela frequência respiratória de 30 rpm, saturação de oxigênio de 88% em ar ambiente e uso de músculos acessórios para respirar. Ela relata uso frequente de seu inalador de alívio nos últimos dias sem melhora significativa.De acordo com a última diretriz do GINA (Global Initiative for Asthma), qual deve ser a conduta inicial adequada?
Alternativas
A) A hipótese principal é de crise asmática grave e a conduta deve ser administrar corticosteroides orais e observar a paciente na sala de emergência por 4 horas.
B) A hipótese principal é de crise asmática moderada e a conduta deve ser intensificar o uso do broncodilatador de curta duração e reavaliar em 1 hora.
C) A hipótese principal é de crise asmática leve e a conduta deve ser prescrever antibióticos e enviar a paciente para casa com monitoramento domiciliar.
D) A hipótese principal é de crise asmática grave e a conduta deve ser iniciar tratamento com corticosteroides sistêmicos, oxigenoterapia e broncodilatadores de curta duração em doses repetidas.
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