UFAM/HUGV - Hospital Universitário Getúlio Vargas - Manaus (AM) — Prova 2015
São sinais de gravidade na asma, EXCETO:
Sinais de gravidade na asma incluem uso de musculatura acessória, pulso paradoxal, bradicardia/taquicardia; a presença de sibilos não é sinal de gravidade extrema.
A presença de sibilos é um achado comum na asma e indica obstrução das vias aéreas. No entanto, sua ausência em um paciente com esforço respiratório intenso (silêncio torácico) é um sinal de gravidade extrema e iminente falência respiratória, sendo mais preocupante que a mera presença de sibilos.
A asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas que pode apresentar exacerbações agudas, conhecidas como crises asmáticas. A identificação rápida dos sinais de gravidade é fundamental para o manejo adequado e para prevenir desfechos desfavoráveis, sendo um tópico recorrente em provas de residência e na prática de emergência. Sinais de gravidade em uma crise asmática incluem o uso de musculatura acessória (como o esternocleidomastóideo), pulso paradoxal (queda da pressão sistólica >10 mmHg na inspiração), alterações da frequência cardíaca (taquicardia persistente ou, mais gravemente, bradicardia), cianose, alteração do nível de consciência e o 'silêncio torácico'. Este último, a ausência de sibilos em um paciente com esforço respiratório, é um sinal de obstrução tão severa que o fluxo de ar é mínimo, indicando iminente falência respiratória. O manejo da crise asmática grave envolve oxigenoterapia, broncodilatadores de curta ação (beta-2 agonistas e anticolinérgicos), corticosteroides sistêmicos e, em casos refratários, sulfato de magnésio ou ventilação não invasiva/invasiva. A monitorização contínua dos sinais vitais e da resposta ao tratamento é essencial para guiar a conduta e evitar a progressão para insuficiência respiratória.
Sinais de gravidade incluem uso de musculatura acessória (esternocleidomastóideo, intercostais), pulso paradoxal, cianose, alteração do nível de consciência, bradicardia ou taquicardia persistente e silêncio torácico.
A ausência de sibilos, ou 'silêncio torácico', em um paciente com esforço respiratório intenso, indica uma obstrução tão severa das vias aéreas que o fluxo de ar é insuficiente para gerar o som dos sibilos, sugerindo iminente falência respiratória.
O pulso paradoxal é uma queda da pressão arterial sistólica em mais de 10 mmHg durante a inspiração. Na asma grave, ele reflete o aumento da pressão intratorácica negativa durante a inspiração forçada, dificultando o enchimento ventricular esquerdo e servindo como um indicador de obstrução grave.
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