Crise Asmática Muito Grave: Classificação e Manejo

UNICAMP/HC - Hospital de Clínicas da Unicamp - Campinas (SP) — Prova 2016

Enunciado

Mulher, 28a, procura unidade de emergência queixando-se de tosse e dificuldade respiratória progressiva há 12 horas sem melhora com uso de salbutamol spray. Antecedentes pessoais: asma desde a infância; 3 internações no último ano pela doença e nos últimos dois meses 2-3 atendimentos/semana em pronto-socorro com crises de tosse e dispneia intensa, inclusive com despertar noturno. Exame físico: PA = 110 x 70 mmHg; FC = 125 bpm; FR = 30 irpm; oximetria de pulso (ar ambiente)= 90%, consciente, agitada, sudoreica, frases curtas e entrecortadas, retração intercostal acentuada. Pulmões: murmúrio vesicular diminuído globalmente. A CLASSIFICAÇÃO DO QUADRO AGUDO DE ASMA E A CONDUTA SÃO: 

Alternativas

  1. A) Grave; oxigênio, inalação com beta-2-agonista e metilprednisolona intravenosa. 
  2. B) Grave; oxigênio, inalação com beta-2-agonista + ipratrópio e prednisona oral. 
  3. C) Muito grave; oxigênio, inalação com beta-2-agonista e xantina intravenosa. 
  4. D) Muito grave; oxigênio, inalação com beta-2-agonista e metilprednisolona intravenosa.

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