Crise de Asma Muito Grave: Sinais de Alerta e Manejo

Santa Casa de Barra Mansa (RJ) — Prova 2016

Enunciado

Apesar de todos os avanços no conhecimento da fisiopatologia da asma brônquica e da disponibilidade de medicamentos eficazes, a asma continua sendo tratada como doença aguda e, consequentemente, configura-se uma das situações mais frequentes no dia a dia das emergências pediátricas, algumas vezes com desfechos fatais. De acordo com o III Consenso Brasileiro no Manejo da Asma, a conduta na crise de asma brônquica depende da sua gravidade. Segundo esse Conseso, a forma de crise muito grave caracteriza-se, entre outros achados, por apresentar:

Alternativas

  1. A) sibilos ausentes, com murmúrio vesicular diminuído; frequência respiratória aumentada; frequência cardíaca > 140 bpm ou bradicardia
  2. B) sibilos ausentes ou localizados, com murmúrio vesicular normal; frequência respiratória normal ou aumentada; frequência cardíaca >110 bpm
  3. C) sibilos ausentes, com murmúrio vesicular aumentado; frequência respiratória diminuída; frequência cardíaca > 140 bpm ou bradicardia
  4. D) sibilos localizados ou difusos, com murmúrio vesicular diminuído; frequência respiratória aumentada; frequência cardíaca > 140 bpm
  5. E) sibilos localizados ou difusos; frequência respiratória aumentada; frequência cardíaca > 110 bpm

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