PUC Sorocaba - Pontifícia Universidade Católica de Sorocaba (SP) — Prova 2020
Com relação à crise aguda de asma, na emergência,
Crise aguda de asma refratária → Sulfato de magnésio IV pode ↓ necessidade de internação.
O sulfato de magnésio intravenoso é uma opção terapêutica para pacientes com crise aguda de asma grave que não respondem adequadamente à terapia inicial com beta-2-agonistas e corticosteroides sistêmicos. Ele atua como um broncodilatador, relaxando a musculatura lisa brônquica.
A crise aguda de asma é uma emergência médica comum que exige reconhecimento e tratamento rápidos para prevenir morbidade e mortalidade. O manejo na emergência visa aliviar a broncoconstrição, reduzir a inflamação das vias aéreas e melhorar a oxigenação. A avaliação da gravidade é crucial para guiar a terapia. O tratamento inicial consiste em beta-2-agonistas de curta duração (SABA) inalatórios, como o salbutamol, para promover broncodilatação rápida, e corticosteroides sistêmicos, como a prednisolona ou metilprednisolona, para reduzir a inflamação subjacente. A oxigenoterapia é administrada para manter a saturação de oxigênio acima de 92-95%. Em pacientes com crise de asma grave ou que não respondem adequadamente à terapia inicial, o sulfato de magnésio intravenoso é uma opção eficaz. Ele atua como um broncodilatador e pode reduzir a necessidade de internação. Outras opções incluem anticolinérgicos inalatórios (brometo de ipratrópio) e, em casos muito graves, ventilação não invasiva ou intubação.
O sulfato de magnésio intravenoso é indicado em pacientes com crise aguda de asma grave ou moderada a grave que não apresentam melhora satisfatória após a administração de beta-2-agonistas e corticosteroides sistêmicos.
O sulfato de magnésio atua como um broncodilatador, relaxando a musculatura lisa brônquica. Ele pode inibir a liberação de acetilcolina, antagonizar o cálcio e estabilizar mastócitos, contribuindo para a melhora da função pulmonar.
O tratamento inicial para crise aguda de asma na emergência inclui beta-2-agonistas de curta duração (salbutamol) por via inalatória e corticosteroides sistêmicos (prednisolona, metilprednisolona) para reduzir a inflamação. Oxigenoterapia também é fundamental.
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