Santa Casa de Limeira (SP) — Prova 2021
Constitui uma indicação para o crioprecipitado:
Crioprecipitado → reposição de fibrinogênio (<100 mg/dL) em sangramento grave ou deficiência de Fator XIII.
O crioprecipitado é um componente sanguíneo rico em fibrinogênio, Fator VIII, Fator XIII e Fator de von Willebrand. Sua principal indicação é a reposição de fibrinogênio em pacientes com sangramento ativo e níveis séricos abaixo de 100-150 mg/dL, ou em casos de deficiência de Fator XIII.
O crioprecipitado é um componente sanguíneo obtido a partir do plasma fresco congelado, rico em proteínas essenciais para a coagulação. Ele contém fibrinogênio, Fator VIII, Fator XIII e Fator de von Willebrand. Sua utilização é crucial em diversas situações de coagulopatia, especialmente quando há deficiência de um desses fatores e sangramento ativo. As principais indicações para o crioprecipitado incluem: hipofibrinogenemia (níveis de fibrinogênio sérico abaixo de 100-150 mg/dL) associada a sangramento grave, coagulação intravascular disseminada (CIVD) com hipofibrinogenemia, deficiência congênita ou adquirida de Fator XIII, e em alguns casos de doença de von Willebrand tipo 2 e 3 que não respondem à desmopressina. É importante ressaltar que, para hemofilia A, o tratamento de eleição são os concentrados de Fator VIII, e não o crioprecipitado, devido à maior pureza e segurança. A administração de crioprecipitado visa restaurar a hemostasia em pacientes com sangramento clinicamente significativo e deficiência dos fatores que ele contém. A dose é geralmente guiada pelos níveis de fibrinogênio e pela resposta clínica. É um recurso valioso em emergências hemorrágicas, mas seu uso deve ser criterioso e baseado em evidências laboratoriais e clínicas.
O crioprecipitado é uma fração do plasma rica em fibrinogênio, Fator VIII, Fator XIII e Fator de von Willebrand. Sua principal função é fornecer fibrinogênio para a formação do coágulo em pacientes com deficiência.
É indicado principalmente para pacientes com sangramento ativo e hipofibrinogenemia (fibrinogênio < 100-150 mg/dL), deficiência congênita ou adquirida de Fator XIII, e em alguns casos de doença de von Willebrand que não respondem à desmopressina.
O crioprecipitado contém uma concentração muito maior de fibrinogênio por unidade de volume em comparação com o plasma fresco congelado, tornando-o mais eficaz para corrigir a hipofibrinogenemia sem sobrecarga volêmica excessiva.
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