UFPA/HUJBB - Hospital Universitário João de Barros Barreto - Belém (PA) — Prova 2015
Principal causa para o crescimento intrauterino restrito:
CIUR → Principal causa: Pré-eclâmpsia e hipertensão materna (insuficiência placentária).
O Crescimento Intrauterino Restrito (CIUR) é uma condição onde o feto não atinge seu potencial genético de crescimento. A principal causa é a insuficiência placentária, que frequentemente está associada a condições maternas como pré-eclâmpsia e hipertensão arterial crônica, que comprometem o fluxo sanguíneo útero-placentário.
O Crescimento Intrauterino Restrito (CIUR), também conhecido como restrição de crescimento fetal, é uma condição obstétrica de grande relevância, pois está associada a um aumento significativo da morbimortalidade perinatal. É definido como um feto que não atinge seu potencial de crescimento, geralmente com peso estimado abaixo do percentil 10 para a idade gestacional. A principal etiologia do CIUR é a insuficiência placentária, que compromete a troca de nutrientes e oxigênio entre mãe e feto. Condições maternas como pré-eclâmpsia e hipertensão arterial crônica são as causas mais comuns de insuficiência placentária, devido à má adaptação vascular uterina e ao dano endotelial. Outras causas incluem infecções congênitas, anomalias cromossômicas e uso de substâncias pela mãe. O diagnóstico precoce do CIUR é fundamental e envolve a avaliação da altura uterina e ultrassonografia seriada com dopplerfluxometria. O manejo visa otimizar o ambiente intrauterino, monitorar o bem-estar fetal e determinar o momento ideal do parto, equilibrando os riscos da prematuridade com os riscos da permanência em um ambiente intrauterino hostil.
CIUR é a condição em que o feto não atinge seu potencial de crescimento genético, resultando em um peso estimado abaixo do percentil 10 para a idade gestacional, geralmente devido a um ambiente intrauterino desfavorável.
Ambas as condições levam à disfunção e insuficiência placentária, comprometendo o fluxo sanguíneo e o transporte de nutrientes e oxigênio para o feto, resultando em restrição de crescimento.
Recém-nascidos com CIUR têm maior risco de morbidade e mortalidade perinatal, incluindo asfixia, hipoglicemia, hipotermia, policitemia e problemas de desenvolvimento a longo prazo.
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