PUC Sorocaba - Pontifícia Universidade Católica de Sorocaba (SP) — Prova 2021
Considerando-se os atuais conhecimentos sobre a infecção pelo COVID-19, qual das alternativas abaixo apresenta informações CORRETAS para a ocorrência de COVID-19, no período gravídicopuerperal?
Gestantes com COVID-19 (Estágio II) podem receber ATB para coinfecção, heparina e corticoide individualizado, conforme gravidade.
O manejo de gestantes com COVID-19, especialmente em fases mais avançadas da doença (Estágio II - fase pulmonar), pode incluir antibióticos (se houver suspeita de coinfecção bacteriana), heparina (para profilaxia ou tratamento tromboembólico) e corticoterapia (para inflamação pulmonar), sempre com avaliação individualizada.
A infecção por COVID-19 durante a gravidez é uma preocupação global, com gestantes apresentando risco aumentado de doença grave e desfechos adversos. É fundamental que profissionais de saúde estejam atualizados sobre o manejo e as recomendações específicas para essa população vulnerável. A fisiopatologia do COVID-19 na gestação não difere substancialmente da população geral, mas as alterações fisiológicas da gravidez podem exacerbar a gravidade da doença. O diagnóstico é feito por testes moleculares (RT-PCR) ou de antígeno. A classificação da doença em estágios (inicial, pulmonar, hiperinflamatória) guia as condutas. A vacinação é fortemente recomendada e segura para gestantes. O tratamento é individualizado. Em gestantes com doença pulmonar (Estágio II), a corticoterapia (dexametasona) é indicada para casos moderados a graves, e a heparina (profilática ou terapêutica) é crucial devido ao risco aumentado de trombose. Antibióticos podem ser considerados para coinfecções bacterianas. A via de parto deve ser obstétrica, e a amamentação é encorajada com precauções. O prognóstico materno e fetal melhora com o manejo precoce e adequado.
Sim, as gestantes podem e devem receber a vacinação contra COVID-19, preferencialmente após o primeiro trimestre, conforme as recomendações atuais, para proteger a si e ao feto.
A via de parto deve ser definida por indicações obstétricas, não pela infecção por SARS-CoV-2. A cesariana é reservada para casos com comprometimento materno grave ou outras indicações obstétricas.
Em casos de COVID-19 grave (Estágio II/III), podem ser indicados corticoesteroides (como dexametasona), heparina (profilática ou terapêutica) e, se houver suspeita de coinfecção bacteriana, antibióticos como azitromicina ou ceftriaxona.
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