FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2022
Embora seja menos frequente que nos adultos, as crianças também podem desenvolver a infecção pelo novo coronavírus, a Covid-19. No entanto, os sintomas parecem ser menos graves, sendo comum febre alta e tosse constante. Nesse contexto, analise as proposições abaixo e, em seguida, assinale a alternativa CORRETA:I. Os sintomas duram entre 6 e 21 dias e não se confundem com o de uma virose, ainda que acompanhados de algumas alterações gastrointestinais, como dor abdominal, diarreia ou vômitos, por exemplo. II. Assim como nos adultos, a falta de ar é muito comum nas crianças e, além disso, é possível que muitas crianças possam estar infectadas e nem apresentar sintomas. III. Os "dedos de Covid" em crianças, que acontecem devido à resposta do sistema imune contra a infecção pelo novo coronavírus, são caracterizados pela alteração na cor da pele do dedo, que pode ficar roxa ou vermelha, além de também poder haver o aparecimento de saliências, dor intensa, coceira, aparecimento de bolhas e inchaço.
Dedos de COVID em crianças → lesões chilblain-like, alteração cor/inchaço/dor, resposta imune SARS-CoV-2.
As manifestações de COVID-19 em crianças são frequentemente mais leves, mas podem incluir sintomas gastrointestinais e lesões dermatológicas como os "dedos de COVID". A falta de ar é menos comum que em adultos, e a infecção assintomática é prevalente.
A infecção por SARS-CoV-2 em crianças, conhecida como COVID-19, apresenta um espectro clínico variado, geralmente mais brando do que em adultos. A epidemiologia mostra que crianças são menos propensas a desenvolver formas graves da doença, embora a transmissão ainda seja um fator relevante. É crucial para o residente reconhecer as particularidades pediátricas para um diagnóstico e manejo adequados. A fisiopatologia da COVID-19 em crianças envolve uma resposta imune que, em alguns casos, pode levar a manifestações atípicas. Sintomas como febre e tosse são comuns, mas alterações gastrointestinais (dor abdominal, diarreia, vômitos) são frequentemente observadas. Diferentemente dos adultos, a dispneia é menos prevalente. O diagnóstico baseia-se na clínica e testes laboratoriais (RT-PCR, testes de antígeno). O tratamento é majoritariamente de suporte, com foco no alívio sintomático. Complicações como a Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P) exigem atenção especial. Os 'dedos de COVID', ou lesões chilblain-like, são manifestações dermatológicas que, embora benignas, indicam uma resposta imune ao vírus e devem ser reconhecidas como parte do espectro clínico da doença.
Em crianças, a COVID-19 frequentemente se manifesta com febre, tosse e sintomas gastrointestinais como dor abdominal, diarreia ou vômitos. A falta de ar é menos comum do que em adultos.
Os 'dedos de COVID' são lesões chilblain-like (perniose) que ocorrem em crianças e adolescentes, caracterizadas por alteração na cor da pele (roxa/vermelha), inchaço, dor e coceira nos dedos. São uma resposta inflamatória do sistema imune ao SARS-CoV-2.
Geralmente, a COVID-19 em crianças tende a ser menos grave, com muitos casos assintomáticos ou com sintomas leves. No entanto, algumas crianças podem desenvolver a Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P), uma condição grave pós-infecção.
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