FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2022
O coronavírus é da família dos RNA vírus envelopados, com alta capacidade de mutação e transmissibilidade. Descoberto no ano de 2019 após casos registrados na China, a sua etiologia ainda permanece desconhecida, porém em amplos estudos. Considerando o contexto do enunciado, quanto ao tema, analise as proposições abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que as classifica em verdadeiras (V) ou falsas (F), de forma respectivamente CORRETA: 1. O novo coronavírus é uma variante dos coronavírus (conhecidos desde 1960), denominada “Covid-19” e que foi inicialmente diagnosticada na cidade chinesa de Wuhan, em dezembro de 2019. 2. Os coronavírus integram uma família de vírus que recebeu esse nome devido à sua característica de possuir espículas no interior que parecem uma coroa, gerando o termo “corona”, do latim. 3. Pessoas infectadas com esses vírus não desenvolvem um resfriado comum (sintomas leves), e sim síndromes respiratórias graves, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS). 4. A Covid-19 é mais infectante que outros patógenos já bem conhecidos, como o causador do sarampo. 5. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), um indivíduo infectado pode gerar entre 1,4 e 2,5 novos infectados, ao passo que, no caso do sarampo, um indivíduo pode infectar de 12 a 18 pessoas.
COVID-19 é variante de coronavírus, originou-se em Wuhan; R0 do sarampo é muito maior que o da COVID-19.
O SARS-CoV-2, causador da COVID-19, é uma nova variante dos coronavírus, identificada em Wuhan em 2019. Embora altamente transmissível, seu R0 (número reprodutivo básico) é significativamente menor que o do sarampo, um dos vírus mais contagiosos conhecidos.
Os coronavírus são uma família de vírus RNA envelopados, conhecidos desde a década de 1960, que podem causar desde resfriados comuns até síndromes respiratórias graves, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS). A pandemia de COVID-19, causada pelo SARS-CoV-2, uma nova variante, destacou a importância do estudo desses patógenos e sua capacidade de mutação e disseminação global. A nomenclatura 'corona' deriva das espículas glicoproteicas na superfície do vírus que se assemelham a uma coroa solar. O SARS-CoV-2 foi inicialmente diagnosticado em Wuhan, China, em dezembro de 2019. É importante notar que nem todos os coronavírus causam doenças graves; muitos são responsáveis por infecções respiratórias leves. A compreensão da epidemiologia e da patogenicidade é crucial para a saúde pública. Em termos de transmissibilidade, o R0 (número reprodutivo básico) da COVID-19 é estimado entre 1,4 e 2,5, o que indica uma alta capacidade de disseminação. No entanto, é fundamental contextualizar que outros patógenos, como o vírus do sarampo, possuem um R0 significativamente maior (12-18), sendo um dos vírus mais contagiosos conhecidos. Residentes devem ter um conhecimento sólido sobre as características virais e epidemiológicas para o manejo de doenças infecciosas emergentes.
O SARS-CoV-2 é uma nova variante dos coronavírus, identificado inicialmente na cidade de Wuhan, China, em dezembro de 2019. É um vírus RNA envelopado, pertencente à família Coronaviridae, conhecido por sua alta capacidade de mutação e transmissibilidade.
Não. Embora alguns coronavírus, como o SARS-CoV e o MERS-CoV, causem síndromes respiratórias graves (SARS e MERS, respectivamente), outros coronavírus são responsáveis por resfriados comuns e sintomas leves. A gravidade varia entre as espécies e variantes.
A COVID-19 é menos infectante que o sarampo. Enquanto um indivíduo com COVID-19 pode infectar em média 1,4 a 2,5 pessoas, um indivíduo com sarampo pode infectar de 12 a 18 pessoas, tornando o sarampo um dos vírus mais contagiosos.
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