Coriocarcinoma Pós-Parto: Diagnóstico e Manejo da DTG

HNMD - Hospital Naval Marcílio Dias (RJ) — Prova 2016

Enunciado

M.F.V., de 33 anos, GII PII (PC), último parto há 6 meses, recém nato vivo e saudável, iniciou contraceptivo hormonal combinado após 15 dias do parto, por vontade própria, e por não haver desejo de amamentar. Durante uso da medicação apresentou sangramento uterino anormal (spot). Procurou atendimento com queixa de aumento do quadro de sangramento, realizada USG que evidenciou endométrio 30 mm, dosagem de BhCG 200.000 mUI/ml. Procedeu-se esvaziamento uterino, avaliação anatomopatológica e imuno-histoquímica que confirmou diagnóstico de coriocarcinoma. Em relação à Doença Trofoblástica Gestacional, pode-se afirmar que:

Alternativas

  1. A) Após uma gravidez não molar, a Neoplasia Trofoblástica Gestacional persistente sempre tem padrão histológico de coriocarcinoma. 
  2. B) A mola hidatiforme completa possui todos seus cromossomos de origem materna. 
  3. C) As molas parciais têm cariótipo triploide, o conjunto haploide adicional é materno. 
  4. D) Não há necessidade de administrar imunoglobulina Rh às pacientes Rh negativas por ocasião da evacuação uterina.
  5. E) A ultrassonografia não é um método fidedigno para diagnóstico de gravidez molar completa.

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