Corioamnionite: Diagnóstico e Manejo em RPMO e GBS Positivo

MedEvo Simulado — Prova 2025

Enunciado

A paciente Fernanda, 28 anos, G2P1A0, 39 semanas de gestação (pela DUM confirmada por USG precoce), comparece ao pronto-socorro com rotura prematura de membranas (RPMO) há 6 horas. Relata febre há 2 horas (38.5°C) e contrações uterinas irregulares. No pré-natal, foi diagnosticada com <strong>Streptococcus agalactiae (GBS) positivo</strong> em swab vaginal na 36ª semana. Ao exame físico, PA 120x70 mmHg, FC 90 bpm, T 38.6°C. Altura uterina 38 cm. BCF 150 bpm. Toque vaginal: colo curto, amolecido, pérvio para 3 cm, apresentação cefálica, bolsa rota com saída de líquido amniótico claro. Qual é a conduta mais adequada neste momento?

Alternativas

  1. A) Iniciar antibioticoterapia profilática para GBS e aguardar evolução do trabalho de parto.
  2. B) Realizar amniocentese para avaliar infecção intra-amniótica e, se confirmada, indicar cesariana.
  3. C) Iniciar antibioticoterapia de amplo espectro para corioamnionite e induzir o trabalho de parto.
  4. D) Administrar dose de ataque de nifedipino para inibir as contrações e tentar prolongar a gestação.

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