Cor Pulmonale em DPOC: Fisiopatologia e Manejo

HMTJ - Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus (MG) — Prova 2016

Enunciado

Homem, 66 anos, tabagista de longa data, apresenta quadro de queda do estado geral, tosse produtiva com expectoração purulenta, dispneia aos pequenos esforços, febre, cianose de extremidades e aumento do diâmetro antero-posterior do tórax. Radiografia de tórax mostra hiperinsuflação pulmonar com área de hipotransparência em base direita e aumento de ventrículo direito. A gasometria arterial mostra hipóxia e hipercapnia e há policitemia no hemograma. O diagnóstico provável é de DPOC, pneumonia e cor pulmonale, a esse respeito, pode-se afirmar:

Alternativas

  1. A) O tratamento do caso consiste em oxigenioterapia em altas frações, antibioticoterapia de largo espectro (carbapenemicos), noradrenalina e diuréticos em altas doses.
  2. B) Os mecanismos fisiopatológicos que podem estar envolvidos na formação do cor pulmonale incluem: vasoconstrição pulmonar, redução do leito vascular pulmonar, aumento da viscosidade do sangue.
  3. C) A oxigenioterapia não tem valor no tratamento do cor pulmonale, assim como a utilização de vasodilatadores.
  4. D) Anticoagulação para prevenção de TEP não consiste em preocupação inicial.

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