PSU-GO - Processo Seletivo Unificado de Goiás — Prova 2023
A convulsão febril constitui uma das grandes causas de consultas de crianças em Unidades de Pronto Atendimento. Geralmente se constitui em um evento benigno, porém existe uma condição que aumenta o risco de recorrência, que é
Fatores de risco para recorrência de convulsão febril: idade < 1 ano, febre baixa, curta duração da febre antes da convulsão, história familiar de convulsão febril.
A convulsão febril é um evento benigno, mas alguns fatores aumentam o risco de recorrência. Entre as opções, a idade inferior a 1 ano é um fator de risco bem estabelecido para recorrência. Outros fatores incluem febre baixa no início da convulsão, curta duração da febre antes da convulsão e história familiar de convulsão febril.
A convulsão febril é o tipo mais comum de crise epiléptica na infância, afetando cerca de 2-5% das crianças entre 6 meses e 5 anos de idade. É definida como uma crise que ocorre na presença de febre (temperatura > 38°C), na ausência de infecção do sistema nervoso central, distúrbio metabólico agudo ou história prévia de crise afebril. Embora seja um evento assustador para os pais, a convulsão febril simples é geralmente benigna e não causa danos neurológicos a longo prazo. A fisiopatologia exata não é totalmente compreendida, mas acredita-se que envolva uma predisposição genética e a imaturidade do cérebro infantil, que é mais suscetível a descargas elétricas anormais em resposta à elevação rápida da temperatura. O diagnóstico é clínico, e a exclusão de outras causas de convulsão é fundamental. Os fatores de risco para recorrência da convulsão febril incluem idade inferior a 1 ano no primeiro episódio, febre baixa no início da convulsão, curta duração da febre antes da convulsão e história familiar de convulsão febril. A presença de múltiplos fatores aumenta o risco. É importante diferenciar a convulsão febril de outras condições que podem causar convulsões na presença de febre, como meningite ou encefalite, que exigem investigação e tratamento urgentes. A orientação familiar sobre a benignidade da condição e o manejo da febre é crucial.
Os principais fatores de risco incluem idade inferior a 1 ano, febre baixa no início da convulsão, curta duração da febre antes da convulsão e história familiar de convulsão febril em parentes de primeiro grau.
A convulsão febril simples geralmente não aumenta significativamente o risco de epilepsia. No entanto, convulsões febris complexas (focais, prolongadas ou múltiplas em 24h) e história familiar de epilepsia podem aumentar esse risco.
A convulsão febril simples é generalizada, tônico-clônica, dura menos de 15 minutos e ocorre uma única vez em 24 horas. A complexa pode ser focal, durar mais de 15 minutos ou ocorrer múltiplas vezes em 24 horas.
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