UFGD/HU - Hospital Universitário de Dourados (MS) — Prova 2015
Segundo a OMS, para se atingir a meta "Mundo Livre do Tabaco" nas próximas décadas, as intervenções incluem, EXCETO:
Estratégias OMS antitabagismo: ↑ impostos, ↓ publicidade, ambientes livres de fumo. Proibição por ano de nascimento NÃO é padrão.
As intervenções da OMS para o controle do tabagismo focam em políticas comprovadamente eficazes, como aumento de impostos, restrição de publicidade e criação de ambientes livres de fumo. A proibição da venda com base no ano de nascimento, embora discutida em alguns países, não é uma estratégia padrão global da OMS.
O tabagismo é uma das maiores ameaças à saúde pública global, sendo responsável por milhões de mortes anualmente. A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem liderado esforços para combater essa epidemia, desenvolvendo a Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), um tratado internacional que estabelece diretrizes e estratégias para os países membros. A meta é alcançar um "Mundo Livre do Tabaco" nas próximas décadas. As intervenções recomendadas pela OMS são abrangentes e baseadas em evidências. Elas incluem políticas de preços, como o aumento de taxas e impostos sobre produtos de tabaco, o que comprovadamente reduz o consumo. Outras medidas importantes são as restrições à informação e comunicação, como limites à publicidade, promoção e patrocínio, além de rotulagem obrigatória com advertências sanitárias. A criação de ambientes 100% livres de fumo em locais públicos e de trabalho também é uma estratégia central. Embora a ideia de proibir a venda de tabaco para gerações nascidas a partir de um determinado ano (conhecida como "tabacco endgame") seja discutida em alguns contextos e países, ela não é uma das intervenções padrão e globalmente estabelecidas pela OMS como parte de suas recomendações centrais para o controle do tabagismo. Para residentes, é fundamental conhecer as estratégias comprovadamente eficazes e amplamente adotadas para o controle do tabagismo, que impactam diretamente a saúde da população.
As principais estratégias da OMS, sob a Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), incluem aumento de impostos sobre produtos de tabaco, proibição de publicidade e promoção, criação de ambientes livres de fumo e advertências sanitárias em embalagens.
O aumento de impostos torna os produtos de tabaco mais caros, desestimulando o consumo, especialmente entre jovens e populações de baixa renda, e reduzindo a iniciação e promovendo a cessação.
Sim, a proibição de fumar em locais públicos fechados, bares e locais de trabalho é uma recomendação forte da OMS para proteger a população da exposição ao fumo passivo e desnormalizar o ato de fumar.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo