SMA Volta Redonda - Secretaria Municipal de Saúde (RJ) — Prova 2017
Em relação aos princípios do SUS é CORRETO afirmar que:
Controle Social = participação popular no SUS.
A participação da comunidade, conhecida como controle social, é um dos princípios doutrinários e organizacionais do SUS, garantido constitucionalmente e essencial para a formulação e fiscalização das políticas de saúde em todas as esferas de governo.
O Sistema Único de Saúde (SUS) é um dos maiores e mais complexos sistemas públicos de saúde do mundo, regido por princípios doutrinários (universalidade, integralidade, equidade) e organizacionais (regionalização e hierarquização, descentralização, comando único, participação da comunidade). A compreensão desses princípios é fundamental para qualquer profissional de saúde que atue no Brasil, sendo tema recorrente em provas de residência e essencial para a prática clínica e gestão. A participação da comunidade, ou controle social, é um pilar constitucional do SUS, garantido pela Lei nº 8.142/90. Este princípio assegura que a população, por meio de suas entidades representativas, participe ativamente da formulação das políticas de saúde e do controle da sua execução em todas as esferas de governo (federal, estadual e municipal). Isso se concretiza através dos Conselhos e Conferências de Saúde, que são instâncias deliberativas e consultivas. A descentralização, outro princípio organizacional, redistribui responsabilidades e recursos entre os níveis de governo, buscando aproximar a gestão da saúde da realidade local. Essa proximidade facilita a participação popular e o controle social, pois as decisões são tomadas mais perto dos problemas e das necessidades da população, aumentando a chance de acerto e a efetividade das políticas de saúde.
O Controle Social é a participação da comunidade na gestão do SUS, através de conselhos e conferências de saúde, garantindo que a população influencie a formulação, execução e fiscalização das políticas públicas de saúde.
Os principais órgãos são os Conselhos de Saúde (permanentes e deliberativos) e as Conferências de Saúde (realizadas a cada quatro anos), presentes nos níveis federal, estadual e municipal.
A descentralização transfere responsabilidades e recursos para os municípios, aproximando a gestão da saúde da população, o que fortalece o Controle Social ao permitir uma participação mais direta e efetiva nas decisões locais.
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