SMS-RJ - Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro — Prova 2021
O controle de infecção relacionado à assistência à saúde é fundamental. Com relação ao atendimento pré-hospitalar móvel de urgência e ao transporte interinstitucional de casos suspeitos ou confirmados, sabe-se que:
Transporte interinstitucional de casos infecciosos deve ser evitado se possível para minimizar riscos.
O transporte de pacientes com infecções suspeitas ou confirmadas, especialmente em cenários de urgência, aumenta o risco de transmissão. Portanto, deve-se priorizar a estabilização e tratamento no local, evitando transferências desnecessárias para reduzir a exposição de profissionais e outros pacientes.
O controle de infecção no atendimento pré-hospitalar móvel de urgência e no transporte interinstitucional é um pilar fundamental para a segurança do paciente e dos profissionais de saúde. A natureza dinâmica e muitas vezes imprevisível desses ambientes exige protocolos rigorosos para prevenir a disseminação de patógenos. A atenção à biossegurança é crucial, especialmente em cenários de surtos ou pandemias, onde a contenção da infecção é prioritária. As diretrizes recomendam que o transporte interinstitucional de casos suspeitos ou confirmados de doenças infecciosas seja evitado sempre que possível, priorizando a estabilização e o tratamento no local. Caso o transporte seja indispensável, medidas rigorosas de isolamento, uso de EPI completo e comunicação prévia com a instituição receptora são mandatórias. A limpeza e desinfecção das superfícies internas do veículo devem ser realizadas com produtos apropriados (ex: álcool 70%, hipoclorito de sódio), e não com concentrações ineficazes como álcool 49%. A ventilação do veículo é um aspecto importante; idealmente, deve-se manter os vidros abertos ou utilizar o sistema de ar condicionado em modo de exaustão para promover a troca de ar e diluir a concentração de aerossóis. O fechamento dos vidros com ar condicionado em baixa temperatura sem renovação de ar pode concentrar patógenos. A comunicação transparente sobre o status infeccioso do paciente é essencial para que todos os profissionais envolvidos possam tomar as precauções necessárias.
As medidas incluem higiene das mãos, uso de equipamentos de proteção individual (EPI) adequados, limpeza e desinfecção de superfícies e equipamentos, descarte correto de resíduos e ventilação adequada dos veículos.
Deve ser evitado para minimizar a exposição de outros pacientes e profissionais de saúde, reduzir a disseminação do patógeno e concentrar os recursos de tratamento no local mais adequado, se possível, antes da transferência.
A ventilação adequada, preferencialmente com janelas abertas ou ar condicionado em modo de exaustão, ajuda a diluir e remover aerossóis e partículas infecciosas do ambiente interno do veículo, reduzindo o risco de transmissão.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo