Famema/HCFMM - Faculdade de Medicina de Marília (SP) — Prova 2022
Em relação ao controle das helmintíases no Brasil, é correto afirmar que a profilaxia está recomendada
Profilaxia helmintíases: individualizada em baixa prevalência (<20%), tratamento em massa em alta prevalência (≥20%).
A estratégia de controle das helmintíases no Brasil varia conforme a prevalência da região. Em áreas de baixa prevalência (<20%), a profilaxia é individualizada, focando em casos sintomáticos ou contatos. Em contraste, em áreas de média (20-49%) e alta prevalência (≥50%), recomenda-se a quimioterapia preventiva em massa.
As helmintíases intestinais representam um importante problema de saúde pública no Brasil, especialmente em áreas com saneamento básico deficiente. O controle dessas parasitoses é fundamental para a redução da morbidade e melhoria da qualidade de vida, sendo um tema recorrente em provas de residência e crucial para a prática clínica. A prevalência da infecção é um fator determinante na escolha da estratégia de intervenção. A abordagem para o controle das helmintíases é definida pelo Ministério da Saúde com base na prevalência da infecção na comunidade. Em regiões de baixa prevalência (inferior a 20%), a profilaxia e o tratamento são individualizados, focando na identificação e tratamento de casos sintomáticos. Já em áreas de média (20-49%) e alta prevalência (igual ou superior a 50%), a recomendação é a quimioterapia preventiva em massa, geralmente com dose única de anti-helmíntico para grupos de risco, como crianças em idade escolar. A quimioterapia preventiva em massa visa reduzir a carga parasitária na população e interromper o ciclo de transmissão. É importante ressaltar que essa estratégia deve ser complementada por ações de saneamento ambiental e educação em saúde para garantir um controle sustentável das helmintíases. A compreensão dessas diretrizes é essencial para a atuação do médico generalista e especialista em saúde pública.
As estratégias incluem saneamento básico, educação em saúde e quimioterapia preventiva. A quimioterapia preventiva pode ser em massa (para regiões de média e alta prevalência) ou individualizada (para baixa prevalência).
A profilaxia é individualizada em regiões com baixa prevalência de helmintíases (inferior a 20% da população), focando em casos sintomáticos ou contatos próximos.
O tratamento em massa (quimioterapia preventiva) é aplicado a grupos populacionais em regiões de média (20-49%) e alta prevalência (≥50%), enquanto o individualizado é feito caso a caso em regiões de baixa prevalência.
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