HMAR - Hospital Memorial Arthur Ramos (AL) — Prova 2021
Inúmeras evidências têm demonstrado que o bom controle glicêmico, geralmente, apresenta como correta a alternativa.
Bom controle glicêmico previne complicações crônicas do diabetes, reduzindo mortalidade, morbidade e melhorando qualidade de vida.
O controle rigoroso da glicemia é a estratégia mais eficaz para prevenir ou retardar o desenvolvimento das complicações crônicas do diabetes mellitus, tanto microvasculares quanto macrovasculares. Isso impacta diretamente a redução da mortalidade, morbidade e a manutenção de uma boa qualidade de vida para o paciente.
O Diabetes Mellitus (DM) é uma doença crônica de alta prevalência, caracterizada por hiperglicemia persistente, que, se não controlada, leva a uma série de complicações graves. A importância do controle glicêmico adequado é um pilar fundamental no manejo do DM, com inúmeras evidências científicas demonstrando sua eficácia na prevenção de desfechos adversos. As complicações crônicas do diabetes são divididas em microvasculares (retinopatia, nefropatia e neuropatia) e macrovasculares (doença arterial coronariana, doença cerebrovascular e doença arterial periférica). Essas complicações são as principais responsáveis pela alta morbidade e mortalidade associadas ao DM, impactando drasticamente a qualidade de vida dos pacientes, levando a cegueira, insuficiência renal, amputações e eventos cardiovasculares. Estudos como o DCCT (Diabetes Control and Complications Trial) e o UKPDS (United Kingdom Prospective Diabetes Study) demonstraram inequivocamente que a manutenção de níveis glicêmicos próximos ao normal reduz significativamente o risco de desenvolvimento e progressão dessas complicações. Portanto, o bom controle glicêmico, através de dieta, exercício e medicação, é essencial para preservar a saúde, prolongar a vida e garantir uma melhor qualidade de vida para os indivíduos com diabetes, sendo um conceito central para a prática clínica e provas de residência.
O controle glicêmico previne complicações microvasculares (retinopatia, nefropatia, neuropatia) e macrovasculares (doença arterial coronariana, doença cerebrovascular, doença arterial periférica), que são as principais causas de morbidade e mortalidade.
Ao prevenir ou retardar as complicações crônicas, o bom controle glicêmico evita dores, amputações, cegueira, diálise e eventos cardiovasculares, preservando a autonomia e melhorando significativamente a qualidade de vida.
A HbA1c reflete a média da glicemia nos últimos 2-3 meses e é o principal marcador para avaliar o controle glicêmico a longo prazo, sendo fundamental para guiar as metas terapêuticas e a prevenção de complicações.
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