HOS/BOS - Hospital Oftalmológico de Sorocaba - Banco de Olhos (SP) — Prova 2021
Seguindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde para o controle das geo-helmintíases, o Ministério da Saúde recomenda a utilização de antiparasitário
Geo-helmintíases: MS/OMS recomenda desparasitação em massa 2x/ano p/ crianças em idade escolar em áreas de alto risco.
O controle das geo-helmintíases foca na desparasitação em massa de grupos de risco, como crianças em idade escolar em áreas endêmicas, para reduzir a carga parasitária e a transmissão, independentemente de sintomas ou exames individuais.
As geo-helmintíases, como ascaridíase, tricuríase e ancilostomíase, são infecções parasitárias intestinais de grande impacto na saúde pública global, especialmente em regiões com saneamento básico deficiente. Afetam milhões de pessoas, principalmente crianças, causando desnutrição, anemia, retardo no crescimento e comprometimento do desenvolvimento cognitivo. O controle dessas infecções é uma prioridade para a saúde pública, visando reduzir a morbidade e a transmissão. A estratégia de controle das geo-helmintíases, preconizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e adotada pelo Ministério da Saúde (MS) no Brasil, baseia-se na desparasitação em massa (ou quimioterapia preventiva). Esta abordagem consiste na administração periódica de antiparasitários, como albendazol ou mebendazol, a grupos populacionais de risco, independentemente de diagnóstico individual ou presença de sintomas. O foco principal são as crianças em idade escolar (5 a 14 anos) que vivem em regiões de alto risco epidemiológico, onde a prevalência de infecção é elevada. A desparasitação em massa é recomendada uma ou duas vezes ao ano, dependendo da prevalência local. Essa medida visa diminuir a carga parasitária na comunidade, prevenindo as complicações crônicas das infecções e reduzindo a contaminação ambiental. É uma intervenção custo-efetiva que complementa outras ações de saneamento, educação em saúde e acesso à água potável, sendo crucial para a melhoria da saúde e do desenvolvimento infantil em áreas endêmicas.
Ascaridíase, tricuríase e ancilostomíase são as geo-helmintíases mais comuns, transmitidas pelo contato com solo contaminado por ovos de parasitas, afetando principalmente crianças.
A OMS recomenda a desparasitação em massa de populações em risco, como crianças em idade escolar em áreas endêmicas, geralmente uma ou duas vezes ao ano, com medicamentos como albendazol ou mebendazol.
A desparasitação em massa reduz a carga parasitária na comunidade, diminuindo a morbidade associada às infecções e interrompendo o ciclo de transmissão, mesmo em indivíduos assintomáticos.
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