Esquistossomose Mansônica: Impacto do Tratamento em Massa

USP/HCRP - Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2018

Enunciado

A esquistossomose mansônica é ainda hoje considerada uma das grandes doenças endêmicas no território brasileiro. Seu ciclo evolutivo mostra-se de difícil controle dentro das condições sociais e econômicas de extensos segmentos populacionais em nosso país, indicando a necessidade de adoção de diferentes medidas, entre as quais figura a opção do tratamento em larga escala. A adoção, a partir da década de 1970, do tratamento em massa para o controle de esquistossomose mansônica mediante a utilização de oxamniquine e, posteriormente, do praziquantel nas comunidades com elevada prevalência, apresentou os seguintes efeitos nas áreas hiperendêmicas: 

Alternativas

  1. A) Impacto relativo na diminuição da prevalência, com acentuada redução das formas graves
  2. B) Eliminação quase completa dos níveis de transmissão, com redução das formas graves
  3. C) Redução acentuada da prevalência, sem afetar a evolução das formas graves
  4. D) Pouco impacto na prevalência, sem afetar a evolução das formas graves

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