ICEPI - Instituto Capixaba de Ensino, Pesquisa e Inovação (ES) — Prova 2021
Segundo o Guia de Vigilância em Saúde, sobre a prevenção das doenças de veiculação hídrica, é CORRETO afirmar que:
Esquistossomose → Saneamento ambiental reduz proliferação de hospedeiros intermediários (caramujos).
No controle da esquistossomose, o saneamento ambiental é uma medida fundamental. Ele atua na redução da proliferação e contaminação dos hospedeiros intermediários (caramujos do gênero Biomphalaria), interrompendo o ciclo de vida do parasita e prevenindo a infecção humana.
As doenças de veiculação hídrica representam um importante desafio de saúde pública, especialmente em regiões com saneamento básico deficiente. O Guia de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde detalha as estratégias de prevenção e controle para diversas dessas enfermidades. A esquistossomose, causada pelo parasita Schistosoma mansoni no Brasil, é um exemplo clássico de doença cujo controle está intrinsecamente ligado ao saneamento ambiental. A medida mais eficaz para interromper seu ciclo de vida é o controle dos hospedeiros intermediários, os caramujos do gênero Biomphalaria, que vivem em águas doces. O saneamento ambiental adequado, com tratamento de esgoto e manejo de corpos d'água, reduz a proliferação desses caramujos e a contaminação humana. Para a prática e provas de residência, é fundamental diferenciar as medidas de controle para cada doença. Enquanto a esquistossomose foca no caramujo, a leptospirose tem como alvo os roedores e a hepatite A, a higiene pessoal e a qualidade da água e alimentos. Conhecer essas especificidades é crucial para uma abordagem eficaz em saúde coletiva.
O saneamento ambiental é crucial na prevenção da esquistossomose, pois reduz a proliferação dos caramujos do gênero Biomphalaria, que são os hospedeiros intermediários do parasita. Isso inclui o manejo adequado de esgoto e a eliminação de focos de água parada onde os caramujos se reproduzem.
Os principais hospedeiros intermediários da esquistossomose são caramujos de água doce do gênero Biomphalaria. A espécie mais relevante no Brasil é a Biomphalaria glabrata, que transmite o Schistosoma mansoni.
O controle da leptospirose depende de melhores condições de saneamento ambiental, como o manejo de resíduos sólidos e o controle de roedores (principalmente ratos), que são os principais reservatórios da bactéria. Não há um vetor artrópode como o Anopheles darlingi, que é vetor da malária.
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