FESF-SUS - Fundação Estatal Saúde da Família (BA) — Prova 2020
A alternativa que contém os critérios recomendados pelas Diretrizes da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia para classificar o controle da asma em acompanhamento ambulatorial é
Controle da asma ambulatorial → avalia sintomas semanais e uso de broncodilatador de resgate semanal.
A avaliação do controle da asma em nível ambulatorial é crucial para guiar o tratamento. Os critérios principais incluem a frequência dos sintomas diurnos e noturnos, a limitação das atividades e a necessidade de medicação de resgate, geralmente avaliados semanalmente.
A asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas que afeta milhões de pessoas globalmente. O controle adequado da asma é fundamental para prevenir exacerbações, melhorar a qualidade de vida e reduzir a morbimortalidade. A avaliação do controle é um pilar no manejo ambulatorial, permitindo ajustes terapêuticos e educação do paciente. A classificação do controle da asma, conforme as diretrizes da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), baseia-se em critérios clínicos objetivos. Estes incluem a frequência de sintomas diurnos e noturnos, a limitação das atividades diárias e a necessidade de uso de broncodilatador de resgate, geralmente avaliados em um período semanal ou mensal. O pico de fluxo expiratório também pode ser um parâmetro auxiliar, mas não é o critério principal para a classificação do controle. Um bom controle da asma implica em poucos ou nenhum sintoma, baixa necessidade de medicação de resgate e ausência de limitações nas atividades. O tratamento visa atingir e manter esse controle, utilizando corticosteroides inalatórios como base e broncodilatadores de longa duração quando necessário. A reavaliação periódica é essencial para monitorar a resposta ao tratamento e identificar fatores que possam estar contribuindo para um controle inadequado.
Os principais critérios incluem a frequência de sintomas diurnos, despertares noturnos, limitação de atividades e a necessidade de uso de broncodilatador de resgate, geralmente avaliados nas últimas 4 semanas.
O uso frequente de broncodilatador de resgate indica um controle inadequado da asma, sugerindo inflamação subjacente e a necessidade de ajuste na terapia de manutenção, como o aumento da dose de corticosteroide inalatório.
As Diretrizes da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia classificam o controle da asma em "bem controlado", "parcialmente controlado" e "não controlado", baseando-se na frequência de sintomas diurnos, despertares noturnos, limitação de atividades e uso de medicação de resgate.
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