Asma Controlada: Critérios e Manejo Segundo GINA

CERMAM - Comissão Estadual de Residência Médica do Amazonas — Prova 2022

Enunciado

Você está no almoço de domingo com sua família quando chega o seu tio contando que no início do ano voltou a ter sintomas de asma, após ter tido COVID-19. Quando procurou atendimento médico informaram que se tratava de asma exacerbada, sendo iniciada medicações inalatórias com as quais apresentou uma melhora muito significativa. Disse que não acorda mais a noite por conta de falta de ar, que raramente tem sintomas diurnos (menos de 1 vez por mês), não tem limitação de atividades diárias e não precisou mais usar a medicação de alívio nenhuma vez nas últimas semanas. Ele está em uso de Formoterol + budesonida 12/400 mcg de 12/12 horas há 1 mes. Qual o nível de controle da asma do seu tio nesse momento e qual a conduta de manutenção adequado para ele?

Alternativas

  1. A) Parcialmente controlado. Investigar possíveis gatilhos e se está utilizando corretamente o dispositivo inalatório antes de subir etapa de tratamento.
  2. B) Controlado. Manter a medicação até que esteja controlado por 3 meses antes de descer etapa do tratamento.
  3. C) Não controlado. Ajustar medicações subindo uma etapa do tratamento, associando montelucaste e/ou tiotropio ao esquema terapêutico.
  4. D) Parcialmente controlado. Subir uma etapa do tratamento, acrescentando tiotropio ao esquema terapêutico.

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