HOA - Hospital de Olhos de Aparecida de Goiânia (GO) — Prova 2021
O ajuste da dose (aumento ou redução) do tratamento de controle deve ser feito com ferramentas objetivas que indicam o grau de controle da asma, sendo correto que:
Asma: se descontrolada ↑ etapa tratamento; se controlada ↓ etapa tratamento.
O manejo da asma segue uma abordagem escalonada, conforme as diretrizes GINA. Se a asma não estiver controlada, a medicação deve ser ajustada 'subindo as etapas' (intensificando o tratamento). Inversamente, se a asma estiver bem controlada por um período, pode-se considerar 'descer as etapas' (reduzir a medicação) para encontrar a dose mínima eficaz.
O manejo da asma é um processo dinâmico que exige avaliação contínua do controle da doença e ajuste da terapia. As diretrizes globais para o manejo da asma (GINA - Global Initiative for Asthma) preconizam uma abordagem escalonada, onde a intensidade do tratamento é adaptada de acordo com o nível de controle da asma do paciente. O objetivo é alcançar e manter o controle da asma com a menor dose possível de medicação, minimizando os efeitos adversos. Para avaliar o controle da asma, utilizam-se ferramentas objetivas como a frequência de sintomas diurnos e noturnos, a necessidade de uso de broncodilatadores de alívio, a limitação de atividades e a ocorrência de exacerbações. Se a asma não estiver controlada, a conduta correta é 'subir as etapas' do tratamento, o que geralmente envolve aumentar a dose dos corticosteroides inalatórios ou adicionar outras medicações controladoras, como broncodilatadores de longa ação. Inversamente, se a asma estiver bem controlada por um período de pelo menos três meses, pode-se considerar 'descer as etapas' do tratamento, ou seja, reduzir gradualmente a dose da medicação controladora. Este processo deve ser feito com cautela e monitoramento rigoroso para evitar a perda do controle da doença. A educação do paciente sobre o auto-manejo e a importância da adesão ao tratamento são fundamentais para o sucesso terapêutico.
O ajuste é feito de forma escalonada: se a asma não estiver controlada, o tratamento é intensificado (subir etapas); se estiver bem controlada por 3 meses, pode-se considerar a redução gradual (descer etapas).
Ferramentas incluem questionários (ACT, ACQ), avaliação da frequência de sintomas diurnos/noturnos, uso de broncodilatador de alívio, limitações de atividade e função pulmonar (VEF1, PFE).
O tratamento escalonado permite individualizar a terapia, garantindo que o paciente receba a dose mínima eficaz para controlar a doença, minimizando efeitos adversos e otimizando a qualidade de vida.
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