UFES/HUCAM - Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes - Vitória (ES) — Prova 2023
Muitas doenças comuns no Brasil e no mundo deixaram de ser um problema de saúde pública por causa da vacinação massiva da população. Na vacinação da criança e do adolescente é correto afirmar:
Vacina DTP é contraindicada para crianças ≥ 7 anos; após essa idade, usa-se dT ou dTpa.
A vacina DTP (Difteria, Tétano e Pertussis de célula inteira) é contraindicada para crianças a partir dos 7 anos de idade devido ao maior risco de reações adversas com o componente pertussis de célula inteira em idades mais avançadas. A partir dos 7 anos, são utilizadas as vacinas dT (dupla adulto) ou dTpa (tríplice bacteriana acelular do tipo adulto), que possuem menor concentração do componente pertussis.
A vacinação é uma ferramenta essencial na saúde pública, e o conhecimento detalhado do calendário e das particularidades de cada vacina é fundamental para os profissionais de saúde. As diretrizes do Programa Nacional de Imunizações (PNI) são constantemente atualizadas e devem ser seguidas rigorosamente para garantir a segurança e eficácia das imunizações. Uma das particularidades importantes é a vacina DTP (Difteria, Tétano e Pertussis). A formulação de célula inteira (DTP) é recomendada para crianças menores de 7 anos. A partir dos 7 anos de idade, devido ao maior risco de reações adversas com o componente pertussis de célula inteira, a DTP é contraindicada. Nesses casos, são utilizadas as vacinas dT (dupla adulto, sem pertussis) ou dTpa (tríplice bacteriana acelular do tipo adulto), que contêm uma menor concentração do componente pertussis e são mais seguras para faixas etárias mais avançadas. Outros pontos importantes incluem a vacina BCG, onde a ausência de cicatriz não é indicação para revacinação, e a vacina rotavírus, que possui idades limites estritas para a administração das doses devido ao risco de intussuscepção. O conhecimento dessas nuances é crucial para a prática clínica e para a aprovação em provas de residência.
A vacina DTP de célula inteira é contraindicada a partir dos 7 anos devido ao maior risco de reações adversas sistêmicas e locais com o componente pertussis de célula inteira em crianças mais velhas.
A ausência de cicatriz vacinal após a BCG não indica falha da vacina e, de acordo com o PNI, não há necessidade de revacinação. A proteção imunológica é estabelecida independentemente da formação da cicatriz.
A primeira dose da vacina rotavírus deve ser administrada entre 1 mês e 15 dias e 3 meses e 15 dias de idade. A segunda dose (se for esquema de duas doses) deve ser administrada até os 7 meses e 29 dias. Há limites máximos rigorosos para evitar o risco de intussuscepção.
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