UFSC/HU - Hospital Universitário Prof. Polydoro Ernani de São Thiago (SC) — Prova 2020
Em relação ao transplante hepático, não é contraindicação:
Idade > 65 anos NÃO é contraindicação absoluta para transplante hepático.
A idade avançada, por si só, não é uma contraindicação absoluta para o transplante hepático. A avaliação deve ser individualizada, considerando o estado funcional, comorbidades e expectativa de vida do paciente, e não apenas a idade cronológica.
O transplante hepático é o tratamento definitivo para a doença hepática em estágio terminal, mas sua indicação é cuidadosamente avaliada devido à escassez de órgãos e aos riscos associados. Existem contraindicações absolutas e relativas que devem ser consideradas para otimizar os resultados e a alocação de recursos. Compreender esses critérios é fundamental para a prática clínica e para a tomada de decisões éticas e médicas. As contraindicações absolutas geralmente envolvem condições que comprometem severamente a sobrevida pós-transplante ou a adesão ao tratamento, como sepse não controlada, doenças malignas extra-hepáticas metastáticas, doença cardíaca ou pulmonar grave não tratável, e uso ativo de álcool ou drogas ilícitas. A trombose portal extensa (Tipo IV) pode ser uma contraindicação devido à complexidade cirúrgica, mas avanços técnicos têm permitido realizar o procedimento em alguns desses casos. É importante notar que a idade avançada (>65 anos) não é mais considerada uma contraindicação absoluta. A avaliação deve ser baseada na condição funcional do paciente, na presença de comorbidades significativas e na expectativa de vida pós-transplante, e não apenas na idade cronológica. Pacientes idosos bem selecionados podem ter resultados comparáveis aos mais jovens.
Contraindicações absolutas incluem sepse não controlada, doença cardíaca ou pulmonar grave, doenças metastáticas extra-hepáticas, etilismo ou uso de drogas ilícitas em atividade, e ausência de suporte psicossocial.
A idade avançada (>65-70 anos) não é uma contraindicação absoluta. A avaliação é individualizada, focando na condição fisiológica e comorbidades do paciente, e não apenas na idade cronológica.
Trombose portal extensa (Tipo IV, que envolve a veia mesentérica superior) pode dificultar a anastomose vascular durante o transplante, aumentando o risco de complicações e falha técnica, embora técnicas cirúrgicas avançadas possam contornar isso em alguns casos.
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