São Leopoldo Mandic - Faculdade de Medicina (SP) — Prova 2025
Quais são as principais contraindicações absolutas para a prescrição de terapia hormonal combinada em mulheres no climatério?
Doença hepática grave/ativa = contraindicação absoluta para Terapia Hormonal Combinada (THC) devido ao metabolismo hepático.
A doença hepática grave ou ativa é uma contraindicação absoluta para a terapia hormonal combinada, pois o fígado é o principal local de metabolismo dos hormônios esteroides. A disfunção hepática comprometeria a metabolização, aumentando os níveis hormonais e o risco de toxicidade ou exacerbação da doença hepática.
A Terapia Hormonal (TH) no climatério é uma ferramenta eficaz para o manejo dos sintomas vasomotores e geniturinários, além de prevenir a osteoporose. No entanto, sua prescrição exige uma avaliação criteriosa dos riscos e benefícios, sendo fundamental conhecer suas contraindicações absolutas para garantir a segurança da paciente. Entre as contraindicações absolutas, a doença hepática grave ou ativa se destaca. O fígado desempenha um papel central no metabolismo dos hormônios esteroides, incluindo estrogênios e progestagênios. Em pacientes com disfunção hepática significativa, a capacidade de metabolizar e excretar esses hormônios é comprometida, o que pode levar a níveis séricos elevados, aumentando o risco de efeitos adversos e potencialmente agravando a doença hepática existente. Outras contraindicações absolutas importantes incluem histórico de câncer de mama ou endométrio, sangramento vaginal inexplicado, doença tromboembólica venosa ativa (trombose venosa profunda ou embolia pulmonar), doença arterial coronariana ou acidente vascular cerebral recente. É crucial que o residente saiba identificar essas condições para evitar a prescrição inadequada da TH, que poderia trazer riscos significativos à saúde da mulher. A decisão de iniciar ou não a TH deve ser individualizada, considerando o perfil de risco da paciente e a gravidade dos sintomas.
As contraindicações absolutas incluem câncer de mama atual ou prévio, câncer de endométrio, sangramento vaginal inexplicado, doença tromboembólica venosa ativa (TVP/TEP), doença arterial coronariana ou AVC recente, e doença hepática grave ou ativa.
O fígado é o principal órgão responsável pelo metabolismo e eliminação dos hormônios esteroides. Em pacientes com doença hepática grave, a capacidade de metabolizar esses hormônios é comprometida, levando ao acúmulo e aumento do risco de efeitos adversos e toxicidade hepática.
Hipertensão arterial controlada geralmente não é uma contraindicação absoluta para terapia hormonal, mas exige monitoramento rigoroso. Hipertensão não controlada, no entanto, aumenta o risco cardiovascular e deve ser tratada antes de iniciar a TH.
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