PMFI - Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu (PR) — Prova 2020
São contra-indicações absolutas ao parto normal: I Apresentação fetal córmica; II Cesariana prévia; III Herpes genital ativo; IV Bolsa rota há mais de 24 horas; V Placenta prévia oclusiva total; VI Feto grande para a idade gestacional do bebê; Assinale a correta:
Contraindicações absolutas parto vaginal: apresentação córmica, placenta prévia oclusiva, herpes ativo, HIV carga viral alta, desproporção céfalo-pélvica.
As contraindicações absolutas ao parto normal são condições que representam risco grave à mãe ou ao feto. Apresentação córmica, herpes genital ativo, placenta prévia oclusiva total são exemplos claros. Bolsa rota > 24h não é uma contraindicação absoluta, mas aumenta o risco de infecção.
As contraindicações ao parto normal são classificadas em absolutas e relativas, sendo fundamental para o obstetra discernir entre elas para garantir a segurança materno-fetal. As contraindicações absolutas representam um risco significativo e inaceitável para a mãe ou o feto, tornando o parto vaginal inviável. Incluem condições como apresentação fetal córmica (transversa), placenta prévia oclusiva total, vasa prévia, herpes genital ativo no momento do parto, HIV com carga viral indetectável ou desconhecida, desproporção céfalo-pélvica verdadeira e prolapso de cordão umbilical. Em contraste, as contraindicações relativas permitem uma avaliação individualizada, onde os riscos e benefícios do parto vaginal são ponderados. Um exemplo clássico é a cesariana prévia, onde o parto vaginal após cesariana (PVAC) pode ser tentado em pacientes selecionadas, com monitoramento cuidadoso para detectar sinais de rotura uterina. Outras situações como macrossomia fetal (feto grande para a idade gestacional) ou bolsa rota prolongada (> 24 horas) são consideradas relativas, pois o manejo pode variar dependendo de outros fatores clínicos e da progressão do trabalho de parto. A decisão sobre a via de parto deve ser sempre baseada em evidências científicas, nas condições clínicas da paciente e do feto, e em uma discussão informada com a gestante. A identificação correta dessas contraindicações é um pilar da boa prática obstétrica, visando reduzir a morbimortalidade materna e perinatal. A atualização constante sobre as diretrizes é essencial para todos os profissionais de saúde envolvidos no cuidado pré-natal e no parto.
As principais contraindicações absolutas incluem apresentação fetal anômala (córmica, pélvicas em algumas situações), placenta prévia oclusiva total, vasa prévia, herpes genital ativo no momento do parto, HIV com carga viral indetectável ou desconhecida, desproporção céfalo-pélvica verdadeira e prolapso de cordão umbilical.
Não, a cesariana prévia é uma contraindicação relativa. O parto vaginal após cesariana (PVAC) pode ser tentado em pacientes selecionadas, com uma única cesariana prévia e sem outras contraindicações, sob monitoramento rigoroso devido ao risco de rotura uterina.
O herpes genital ativo contraindica o parto normal devido ao risco de transmissão vertical do vírus para o recém-nascido durante a passagem pelo canal de parto, o que pode causar herpes neonatal, uma condição grave e potencialmente fatal.
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