CCG - Centro de Cirurgia Geral (MS) — Prova 2021
São consideradas contraindicações absolutas ao aleitamento materno. Assinale a resposta correta.
Contraindicações absolutas ao aleitamento materno: HIV e HTLV 1 e 2 na mãe, e galactosemia clássica no lactente.
A infecção materna por HIV e HTLV 1 e 2 são contraindicações absolutas ao aleitamento materno devido ao risco significativo de transmissão vertical do vírus para o bebê através do leite. Outras condições, como sífilis ou tuberculose, geralmente permitem a amamentação com as devidas precauções.
O aleitamento materno é amplamente reconhecido como a melhor forma de nutrição para lactentes, oferecendo inúmeros benefícios para a saúde da mãe e do bebê. No entanto, existem situações específicas em que a amamentação é contraindicada para proteger a saúde do lactente. É fundamental que os profissionais de saúde conheçam essas contraindicações para orientar adequadamente as famílias. As contraindicações absolutas ao aleitamento materno são poucas, mas de extrema importância. As principais incluem a infecção materna pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) e pelos Vírus Linfotrópicos de Células T Humanas (HTLV 1 e 2), devido ao risco comprovado de transmissão vertical através do leite materno. Em países onde há acesso a fórmulas infantis seguras e acessíveis, a recomendação é evitar a amamentação nessas situações. Outra contraindicação absoluta, do lado do lactente, é a galactosemia clássica, uma doença metabólica rara que impede o bebê de metabolizar a galactose presente no leite. É importante diferenciar as contraindicações absolutas das relativas ou temporárias. Condições como sífilis materna (se tratada), tuberculose pulmonar (com mãe em tratamento e não bacilífera), hepatite B e C, mastite ou abscesso mamário (com amamentação na mama não afetada ou após tratamento) não impedem a amamentação, desde que tomadas as devidas precauções. O uso de certos medicamentos pela mãe também pode ser uma contraindicação temporária, exigindo avaliação individualizada. A correta identificação dessas situações é crucial para garantir a segurança do bebê e a saúde da mãe.
As principais contraindicações absolutas ao aleitamento materno incluem a infecção materna por HIV e HTLV 1 e 2, devido ao risco de transmissão vertical. No lactente, a galactosemia clássica é uma contraindicação absoluta, pois o bebê não consegue metabolizar a lactose do leite.
O HIV e o HTLV 1 e 2 são contraindicações absolutas porque ambos os vírus podem ser transmitidos da mãe para o bebê através do leite materno, com risco significativo de infecção. Em países com acesso a fórmulas infantis seguras, a amamentação é desaconselhada para mães soropositivas.
Condições como sífilis (se tratada), tuberculose pulmonar (se a mãe não for bacilífera ou após 15 dias de tratamento com medicação eficaz), hepatite B e C, mastite, abscesso mamário (na mama não afetada ou após drenagem), e uso de muitos medicamentos comuns não são contraindicações absolutas e permitem a amamentação com as devidas precauções.
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