PMFI - Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu (PR) — Prova 2020
São contraindicações ao aleitamento materno as seguintes condições, EXCETO:
Tuberculose bacilífera ativa não contraindica amamentação, mas exige máscara e tratamento materno.
A tuberculose bacilífera ativa na mãe não é uma contraindicação absoluta ao aleitamento materno, desde que a mãe esteja em tratamento e utilize máscara durante a amamentação para evitar a transmissão respiratória. O benefício do leite materno geralmente supera o risco, com profilaxia para o bebê.
O aleitamento materno é fundamental para a saúde do lactente, oferecendo nutrição completa e proteção imunológica. Contudo, existem situações específicas em que a amamentação pode ser contraindicada para proteger a saúde do bebê ou da mãe. É crucial que profissionais de saúde conheçam essas condições para orientar adequadamente as famílias. Entre as contraindicações importantes estão a infecção materna por HIV (no Brasil, mesmo com carga viral indetectável, devido ao risco residual de transmissão e à disponibilidade de fórmulas), HTLV-1 e HTLV-2, e o uso de certas medicações que podem ser excretadas no leite e prejudicar o bebê (como quimioterápicos ou drogas de abuso). A radioterapia, dependendo do radiofármaco e da dose, pode exigir interrupção temporária ou permanente. É um erro comum considerar a tuberculose bacilífera ativa como contraindicação absoluta. Mães com tuberculose ativa podem amamentar, desde que estejam em tratamento e adotem medidas de precaução, como o uso de máscara, para evitar a transmissão respiratória ao bebê. O benefício do leite materno é geralmente superior ao risco, com o bebê recebendo profilaxia quando necessário.
As contraindicações absolutas incluem infecção materna por HIV (em países onde há acesso seguro a substitutos do leite materno), HTLV-1 e HTLV-2, uso de certas drogas maternas (quimioterápicos, drogas de abuso), e galactosemia no bebê.
Em países com recursos limitados, a OMS pode recomendar a amamentação exclusiva com antirretrovirais para a mãe e/ou profilaxia para o bebê. No Brasil, o HIV é uma contraindicação, mesmo com carga viral indetectável, devido ao risco residual de transmissão.
Mães com tuberculose bacilífera ativa podem amamentar, desde que estejam em tratamento e usem máscara durante o contato próximo com o bebê. O bebê deve receber profilaxia com isoniazida, se indicado.
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