CERMAM - Comissão Estadual de Residência Médica do Amazonas — Prova 2015
Entre as situações descritas abaixo, aquela que contraindica formalmente a terapia trombolítica no infarto agudo do miocárdio com supra de ST é:
AVC hemorrágico prévio → contraindicação ABSOLUTA para terapia trombolítica no IAM com supra de ST.
A história de acidente vascular encefálico hemorrágico é uma contraindicação absoluta para a terapia trombolítica devido ao risco extremamente elevado de ressangramento intracraniano, que pode ser fatal. É crucial identificar essas contraindicações antes de iniciar o tratamento fibrinolítico no IAM com supra de ST.
O infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST) é uma emergência médica que exige reperfusão coronariana imediata, seja por angioplastia primária ou terapia trombolítica. A escolha da estratégia de reperfusão e a administração de trombolíticos dependem de uma avaliação rigorosa das indicações e, crucialmente, das contraindicações. As contraindicações à terapia trombolítica são classificadas em absolutas e relativas, e o conhecimento preciso dessas distinções é vital para evitar complicações graves, como hemorragia intracraniana. Uma história de acidente vascular encefálico (AVE) hemorrágico prévio é uma das contraindicações absolutas mais importantes. Isso ocorre porque a administração de um agente fibrinolítico em um paciente com fragilidade vascular cerebral preexistente aumenta exponencialmente o risco de um novo sangramento intracraniano, que pode ser devastador e fatal. Outras contraindicações absolutas incluem qualquer AVE isquêmico nos últimos 3 meses, neoplasia intracraniana, malformação arteriovenosa, trauma craniano ou facial significativo recente, sangramento gastrointestinal ativo e dissecção de aorta. Fatores como sangramento menstrual, diabetes mellitus descontrolado ou idade superior a 65 anos são geralmente considerados contraindicações relativas ou fatores de risco para sangramento, que devem ser ponderados, mas não excluem formalmente a terapia se os benefícios superarem os riscos e não houver alternativa de reperfusão. A decisão deve ser individualizada e baseada nas diretrizes clínicas mais recentes.
As contraindicações absolutas incluem AVC hemorrágico prévio, AVC isquêmico nos últimos 3 meses, neoplasia intracraniana, malformação arteriovenosa, trauma craniano ou facial grave recente, sangramento gastrointestinal ativo e dissecção de aorta.
Um AVC hemorrágico prévio aumenta drasticamente o risco de um novo sangramento intracraniano fatal com a administração de agentes trombolíticos, tornando-os extremamente perigosos para esses pacientes.
Contraindicações relativas incluem hipertensão arterial grave não controlada, história de AVC isquêmico > 3 meses, trauma recente, cirurgia recente, sangramento interno recente, uso de anticoagulantes orais e gravidez.
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