Santa Casa de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2019
Primípara no 40º dia de puerpério, parto normal, em aleitamento exclusivo, deseja método contraceptivo. É método eficaz e seguro nesse momento:
Puerpério + aleitamento exclusivo → DIU de cobre é seguro e eficaz para contracepção não hormonal.
No puerpério, especialmente com aleitamento exclusivo, métodos contraceptivos hormonais combinados são contraindicados devido ao risco de trombose e interferência na lactação. O DIU de cobre é uma excelente opção não hormonal, segura e de alta eficácia, podendo ser inserido a partir de 4-6 semanas pós-parto.
A escolha do método contraceptivo no puerpério é crucial e deve considerar o aleitamento materno e os riscos tromboembólicos. O puerpério é um período de alta fertilidade, e a orientação adequada é fundamental para evitar gestações não planejadas. Métodos hormonais combinados, que contêm estrogênio, são geralmente contraindicados nos primeiros 42 dias pós-parto devido ao aumento do risco de trombose e à potencial supressão da lactação. Para mulheres em aleitamento exclusivo, métodos que contêm apenas progesterona (minipílula, implante, injetável trimestral) ou métodos não hormonais, como o DIU de cobre, são as opções preferenciais. O DIU de cobre é altamente eficaz, de longa duração e não interfere na amamentação. Sua inserção é recomendada após 4-6 semanas pós-parto, quando o útero já involuiu, minimizando riscos. É importante que o profissional de saúde avalie individualmente cada paciente, considerando seu histórico médico, preferências e o tempo pós-parto. A educação sobre os diferentes métodos e seus riscos/benefícios é essencial para que a mulher faça uma escolha informada e segura, garantindo a continuidade do aleitamento e a eficácia contraceptiva.
Durante o aleitamento exclusivo, métodos não hormonais como o DIU de cobre e métodos hormonais apenas com progesterona (minipílula, implante, injetável trimestral) são considerados seguros. Métodos combinados são contraindicados.
O DIU de cobre pode ser inserido a partir de 4 a 6 semanas pós-parto, após a involução uterina, para reduzir o risco de expulsão e perfuração.
Contraceptivos hormonais combinados são contraindicados no puerpério devido ao aumento do risco de tromboembolismo e à possibilidade de interferir na produção de leite materno.
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