UFRN/HUOL - Hospital Universitário Onofre Lopes - Natal (RN) — Prova 2022
No acompanhamento do puerpério, durante o aleitamento materno, o contraceptivo hormonal, deverá conter
Durante aleitamento materno, contracepção hormonal deve ser com progestágeno isolado para não afetar lactação.
Durante o aleitamento materno, contraceptivos hormonais combinados (estrogênio + progestágeno) são contraindicados devido ao estrogênio, que pode reduzir a produção de leite e ser transferido para o bebê. A opção segura são os métodos que contêm apenas progestágenos, como a pílula de progestágeno isolado, injetáveis ou implantes.
O puerpério é um período de intensas mudanças fisiológicas e emocionais para a mulher, e a discussão sobre contracepção é fundamental para o planejamento familiar e a saúde materna. Para mulheres que estão amamentando, a escolha do método contraceptivo hormonal requer atenção especial devido ao impacto potencial na lactação e na saúde do recém-nascido. Durante o aleitamento materno, o estrogênio presente nos contraceptivos hormonais combinados (pílulas combinadas, anel vaginal, adesivo transdérmico) pode suprimir a produção de leite e, em teoria, ser transferido para o bebê. Por essa razão, os métodos contraceptivos que contêm apenas progestágenos são a escolha preferencial e segura para mulheres que amamentam. As opções de contraceptivos de progestágeno isolado incluem as pílulas de progestágeno isolado (minipílulas), injeções de progestágeno (acetato de medroxiprogesterona de depósito), implantes subdérmicos (etonogestrel) e sistemas intrauterinos liberadores de levonorgestrel (DIU hormonal). Esses métodos não afetam a quantidade ou a qualidade do leite materno e são altamente eficazes na prevenção da gravidez. A amenorreia da lactação, embora ofereça alguma proteção, não é um método contraceptivo confiável por si só, e a introdução de um método adicional é recomendada.
O estrogênio pode inibir a produção de leite materno e alterar sua composição, além de haver preocupação com a transferência hormonal para o bebê. Por isso, métodos que contêm apenas progestágenos são a escolha preferencial.
As opções seguras incluem pílulas de progestágeno isolado (minipílula), injetáveis de progestágeno (depot medroxiprogesterona), implantes de etonogestrel e sistemas intrauterinos liberadores de levonorgestrel (DIU hormonal).
Métodos de progestágeno isolado podem ser iniciados a partir da 6ª semana pós-parto para mulheres que amamentam exclusivamente, ou mais cedo (3ª semana) se não houver amamentação exclusiva ou se houver alto risco de trombose.
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