UNIRV - Universidade de Rio Verde (GO) — Prova 2022
De acordo com os critérios de elegibilidade dos contraceptivos da OMS (Organização Mundial da Saúde), o método contraceptivo mais indicado para uma paciente puérpera de 26 anos de idade, 2 meses após parto cesáreo, amamentação exclusiva, que deseja método contraceptivo é:
A contracepção pós-parto é uma preocupação importante para a saúde materna e infantil, visando espaçar as gestações e reduzir riscos. Para puérperas em amamentação exclusiva, a escolha do método contraceptivo deve considerar o impacto na produção de leite e na saúde do bebê. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabelece critérios de elegibilidade que classificam os métodos de acordo com a segurança e eficácia em diferentes condições clínicas. Os critérios da OMS são divididos em quatro categorias, sendo a Categoria 1 'sem restrição' e a Categoria 4 'contraindicação'. Para mulheres amamentando exclusivamente, os métodos que contêm apenas progestagênio (como implantes, injetáveis trimestrais e minipílulas) são geralmente preferidos, pois não afetam significativamente a lactação. O implante de levonorgestrel-etonorgestrel é classificado como Categoria 1 a partir de 6 semanas pós-parto, oferecendo alta eficácia e conveniência. Contraceptivos hormonais combinados (estrogênio e progestagênio) são geralmente restritos nos primeiros 6 meses de amamentação exclusiva (Categoria 3 ou 4, dependendo do tempo pós-parto) devido ao potencial de reduzir a produção de leite. O DIU de cobre é Categoria 1 para amamentação, mas sua inserção pode ter um tempo ideal pós-parto para minimizar riscos. A escolha deve ser individualizada, considerando as preferências da paciente e o aconselhamento médico baseado nas diretrizes atuais.
Métodos contraceptivos que contêm apenas progestagênio, como o implante de levonorgestrel-etonorgestrel, injetáveis trimestrais e minipílulas, são considerados seguros e eficazes para mulheres em amamentação exclusiva após as primeiras 6 semanas pós-parto.
Contraceptivos hormonais combinados (com estrogênio) são restritos na amamentação, especialmente nos primeiros 6 meses, devido ao potencial de reduzir a produção de leite materno e, em menor grau, pela passagem de hormônios para o bebê.
O implante de levonorgestrel-etonorgestrel pode ser inserido a partir de 6 semanas pós-parto em mulheres que amamentam, sendo classificado como Categoria 1 (sem restrição) pelos critérios de elegibilidade da OMS.
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