CSNSC - Casa de Saúde Nossa Senhora do Carmo (RJ) — Prova 2020
Adolescente, procura o ambulatório de ginecologia para orientações contraceptivas. Podemos:
Adolescentes têm direito à autonomia na escolha de métodos contraceptivos, podendo prescrever-se sem a presença de responsável.
A legislação brasileira e as diretrizes éticas permitem que adolescentes busquem e recebam orientações e prescrições de métodos contraceptivos de forma autônoma, sem a necessidade de consentimento dos pais ou responsáveis, visando a saúde sexual e reprodutiva.
A contracepção na adolescência é um tema de grande relevância em saúde pública, visando prevenir gestações não planejadas e infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). A orientação e o acesso a métodos contraceptivos eficazes são direitos dos adolescentes, conforme preconizado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e pelo Código de Ética Médica. Profissionais de saúde devem oferecer um ambiente acolhedor e sigiloso para que o adolescente se sinta à vontade para discutir suas necessidades e dúvidas. A autonomia do adolescente na decisão sobre sua saúde sexual e reprodutiva é um princípio fundamental. Isso significa que, mesmo sendo menores de idade, eles têm o direito de receber informações e prescrever métodos contraceptivos sem a necessidade de autorização ou presença dos pais ou responsáveis. Essa abordagem visa remover barreiras ao acesso à saúde, reconhecendo a capacidade do adolescente de tomar decisões informadas sobre seu próprio corpo e vida. A prescrição de contraceptivos hormonais orais e preservativos é uma conduta padrão, após anamnese e exame físico adequados. É crucial que o profissional de saúde realize uma avaliação completa, incluindo histórico médico e sexual, para identificar o método mais adequado e seguro para cada adolescente. Aconselhamento sobre o uso correto dos métodos, a importância da dupla proteção (preservativo para ISTs e outro método para gravidez) e o manejo de possíveis efeitos adversos são partes integrantes da consulta. A educação em saúde sexual e reprodutiva deve ser contínua, empoderando os adolescentes a fazerem escolhas conscientes e responsáveis.
Sim, no Brasil, adolescentes têm autonomia para buscar e escolher métodos contraceptivos, e profissionais de saúde devem garantir o sigilo e o acesso a esses serviços.
Os métodos mais indicados incluem contraceptivos hormonais orais, injetáveis, implantes, DIU e preservativos, com a escolha dependendo da avaliação individual e preferência da adolescente.
Não, a legislação brasileira e o Código de Ética Médica garantem o direito do adolescente ao sigilo e à autonomia na decisão sobre sua saúde sexual e reprodutiva, sem a necessidade de consentimento parental.
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