OASE - Obra de Assistência Social Evangélica (SC) — Prova 2023
Assinale a alternativa correta sobre a contagem de carboidratos no paciente com diabetes melito.
Contagem de carboidratos = ajustar dose de insulina prandial à ingestão de carboidratos.
A contagem de carboidratos é uma estratégia nutricional e terapêutica essencial para pacientes com diabetes melito, especialmente aqueles em insulinoterapia intensiva. Ela permite maior flexibilidade alimentar, pois a dose de insulina de ação rápida é calculada com base na quantidade de carboidratos que será consumida na refeição, visando um melhor controle glicêmico.
A contagem de carboidratos é uma ferramenta fundamental na educação e no manejo do diabetes melito, especialmente para indivíduos que utilizam insulinoterapia intensiva. Essa abordagem permite que o paciente tenha maior autonomia e flexibilidade em suas escolhas alimentares, ao invés de seguir um plano alimentar rígido. O princípio básico envolve o conhecimento da quantidade de carboidratos presente nos alimentos e a aplicação de uma relação insulina-carboidrato individualizada. Com base nessa relação, o paciente calcula a dose de insulina de ação rápida necessária para cobrir os carboidratos que serão ingeridos em uma refeição ou lanche, visando manter os níveis glicêmicos dentro da meta. Para residentes, é essencial compreender que a contagem de carboidratos não é apenas uma técnica dietética, mas uma parte integrante do tratamento que exige educação contínua do paciente, acompanhamento por nutricionista e médico, e ajustes frequentes das relações insulina-carboidrato e fatores de sensibilidade à insulina para otimizar o controle glicêmico e prevenir complicações agudas e crônicas do diabetes.
A contagem de carboidratos é uma estratégia de manejo nutricional que ensina o paciente a quantificar os carboidratos dos alimentos para ajustar a dose de insulina de ação rápida antes das refeições, visando um controle glicêmico mais preciso.
É crucial para a flexibilidade alimentar e para otimizar o controle glicêmico, permitindo que o paciente adapte a dose de insulina às suas escolhas alimentares, prevenindo hipo ou hiperglicemias pós-prandiais.
Pacientes com diabetes tipo 1 e alguns com diabetes tipo 2 que utilizam insulinoterapia intensiva (múltiplas doses diárias ou bomba de insulina) são os principais beneficiados, pois requerem um ajuste fino da insulina.
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