UNIFESP/EPM - Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina — Prova 2015
Considerando o partograma da questão anterior, responda: Qual é a variedade de posição fetal na última hora anotada?
Questão sem dados de partograma: impossível determinar variedade de posição fetal.
Esta questão não pode ser respondida pois o partograma ao qual se refere ("da questão anterior") não foi fornecido. A variedade de posição fetal é um dado essencialmente gráfico ou de exame físico que deve ser anotado no partograma para acompanhamento do trabalho de parto.
O partograma é uma ferramenta gráfica essencial para o acompanhamento do trabalho de parto, permitindo a avaliação da progressão da dilatação cervical, descida da apresentação fetal e detecção precoce de distocias. A variedade de posição fetal é um dos parâmetros cruciais registrados, descrevendo a relação da parte apresentada do feto (geralmente o occipício) com os quadrantes da pelve materna, influenciando diretamente o mecanismo do parto. A determinação da variedade de posição fetal é realizada através do toque vaginal, identificando a fontanela posterior (lambda) e sua orientação em relação à pelve. As variedades mais favoráveis são as anteriores (occipito-ilíaca anterior esquerda - OIA e occipito-ilíaca anterior direita - ODA), que facilitam a rotação e descida. Variedades posteriores (OP) ou transversas podem prolongar o trabalho de parto e aumentar a necessidade de intervenções. A interpretação correta da variedade de posição fetal no partograma é vital para o residente, pois permite antecipar possíveis dificuldades e planejar intervenções adequadas, como rotação manual ou indicação de cesariana, visando a segurança materno-fetal. A ausência de um partograma impede qualquer análise clínica ou educacional específica sobre a progressão do trabalho de parto.
A variedade de posição fetal descreve a relação da parte apresentada do feto com a pelve materna. É crucial no partograma para monitorar a progressão do trabalho de parto e identificar distocias.
É determinada principalmente pelo toque vaginal, identificando a posição da fontanela posterior (lambda) ou outras estruturas de referência da apresentação fetal em relação aos pontos de referência da pelve materna.
As mais comuns são OIA (occipito-ilíaca anterior esquerda) e ODA (occipito-ilíaca anterior direita), que geralmente progridem bem. Variedades posteriores ou transversas podem levar a trabalho de parto prolongado ou distócico.
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