O protocolo atualmente mais utilizado para o diagnóstico da SOP é o consenso proposto por Teede et al., publicado em agosto de 2018, sugere a
Alternativas
A) presença de dois ou três critérios diagnósticos: oligomenorreia, hiperandrogenismo clínico e/ou laboratorial e morfologia ultrassonográfica de policistose ovariana (presença de 20 ou mais folículos com diâmetro médio de 2 a 9 mm e/ou volume ovariano total maior ou igual 10 cm³), exceto para pacientes adolescentes.
B) presença de dois ou três critérios diagnósticos: oligomenorreia, hiperandrogenismo clínico e ou laboratorial (exceto para as adolescentes) e morfologia ultrassonográfica de policistose ovariana (presença de 20 ou mais folículos com diâmetro médio de 2 a 9 mm e/ou volume ovariano total maior ou igual 10 cm³).
C) presença de dois ou três critérios diagnósticos: oligomenorreia (com níveis de prolactina, FSH, TSH elevados), hiperandrogenismo clínico e ou laboratorial e morfologia ultrassonográfica de policistose ovariana (presença de 20 ou mais folículos com diâmetro médio de 2 a 9 mm e/ou volume ovariano total maior ou igual 10 cm³).
D) presença de dois ou três critérios diagnósticos: oligomenorreia, hiperandrogenismo clínico e/ou laboratorial e morfologia ultrassonográfica de policitose ovariana (presença de 20 ou mais folículos com diâmetro médio de 2 a 9 mm e/ou volume ovariano total maior ou igual 10 cm³), exceto pacientes adolescentes que só podem ser avaliadas após oito anos da menarca.
E) presença de dois ou três critérios diagnósticos: oligomenorreia, resistência aumentada à insulina, hipertensão arterial, obesidade, hiperandrogenismo clínico e/ou laboratorial e morfologia ultrassonográfica de policitose ovariana (presença de 20 ou mais folículos com diâmetro médio de 2 a 9 mm e/ou volume ovariano total maior ou igual 10 cm³).
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