INCA - Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (RJ) — Prova 2021
Pode-se afirmar, sobre os Conselhos Estaduais de Saúde, que:
Conselhos Estaduais de Saúde → formulam estratégias e controlam política de saúde (econômico/financeiro) no estado.
Os Conselhos de Saúde, em todas as esferas (municipal, estadual, nacional), são órgãos colegiados de caráter permanente e deliberativo, responsáveis pela formulação de estratégias e controle da execução da política de saúde, incluindo os aspectos econômicos e financeiros, conforme a Lei 8.142/90.
O Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil é regido por princípios como a universalidade, integralidade e equidade, e a participação da comunidade é um de seus pilares fundamentais, garantida pela Lei nº 8.142/90. Os Conselhos de Saúde, presentes nas esferas nacional, estadual e municipal, são a principal instância de controle social, assegurando que a população tenha voz ativa na gestão da saúde. Os Conselhos Estaduais de Saúde são órgãos colegiados, permanentes e deliberativos, com a responsabilidade de atuar na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde do estado. Isso inclui a fiscalização dos aspectos econômicos e financeiros, garantindo a transparência e a correta aplicação dos recursos públicos destinados à saúde. Sua composição paritária (50% usuários, 25% trabalhadores, 25% gestores/prestadores) visa equilibrar os interesses e promover decisões mais justas e representativas. A compreensão do funcionamento e da importância dos Conselhos de Saúde é crucial para profissionais da área, pois eles representam a interface entre a sociedade civil e o poder público na construção de um sistema de saúde mais democrático e eficiente. O conhecimento sobre o controle social é frequentemente abordado em provas de residência e é vital para a prática médica no SUS.
Os Conselhos de Saúde possuem representação paritária de usuários (50%), trabalhadores da saúde (25%), e gestores/prestadores de serviços (25%), garantindo o controle social e a diversidade de perspectivas na tomada de decisões.
As atribuições incluem formular estratégias, controlar a execução da política de saúde, aprovar o plano de saúde, fiscalizar aspectos econômicos e financeiros, e deliberar sobre as diretrizes do SUS, garantindo a participação popular na gestão.
Sim, a Lei 8.142/90 regulamenta a participação da comunidade na gestão do SUS e a transferência de recursos intergovernamentais, estabelecendo a criação e as competências dos Conselhos e Conferências de Saúde como instâncias deliberativas.
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