HAC - Hospital Angelina Caron (PR) — Prova 2020
No atendimento de caso epidêmico de conjuntivite Adenoviral, quais os procedimentos médicos mais adequados?
Conjuntivite adenoviral → tratamento é suporte + higiene rigorosa para evitar transmissão.
A conjuntivite adenoviral é autolimitada e não requer antibioticoterapia. O foco principal é a educação do paciente sobre higiene das mãos, não compartilhar objetos e evitar contato próximo para conter a disseminação da epidemia.
A conjuntivite adenoviral é uma infecção ocular comum, altamente contagiosa, causada por diversos sorotipos de adenovírus. É uma das principais causas de conjuntivite epidêmica, caracterizada por hiperemia conjuntival, lacrimejamento, sensação de corpo estranho e, por vezes, linfonodomegalia pré-auricular. Sua importância clínica reside na alta transmissibilidade e no impacto social e econômico de surtos. O diagnóstico é primariamente clínico, baseado nos sintomas e sinais característicos. A fisiopatologia envolve a replicação viral nas células conjuntivais, levando à resposta inflamatória. É crucial suspeitar de conjuntivite adenoviral em quadros de conjuntivite aguda, especialmente se houver contato com casos semelhantes ou em cenários de surto. O tratamento da conjuntivite adenoviral é sintomático e de suporte, focando em medidas de higiene para evitar a disseminação. Compressas frias podem aliviar o desconforto, e lubrificantes oculares podem ser usados. A orientação sobre lavagem frequente das mãos, não compartilhar objetos pessoais e evitar contato próximo é fundamental para interromper a cadeia de transmissão e controlar a epidemia.
A conjuntivite adenoviral geralmente se manifesta com hiperemia conjuntival, lacrimejamento, sensação de corpo estranho, secreção aquosa, e pode haver linfonodomegalia pré-auricular e edema palpebral.
A conjuntivite adenoviral é causada por um vírus, e antibióticos são ineficazes contra infecções virais. O uso desnecessário de antibióticos pode levar à resistência bacteriana e efeitos adversos.
A prevenção da transmissão envolve higiene rigorosa das mãos, evitar tocar os olhos, não compartilhar toalhas ou maquiagem, e isolamento de pacientes em casos de surto, especialmente em ambientes como escolas e hospitais.
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