HPM - Hospital da Polícia Militar de Minas Gerais — Prova 2015
Em relação ao condiloma anal é INCORRETO afirmar que:
Transmissão do HPV é principalmente sexual, mas não exclusivamente; condiloma anal é manifestação comum.
O condiloma anal é causado pelo Papilomavírus Humano (HPV), cuja transmissão é predominantemente sexual, mas não exclusivamente. O vírus pode ser transmitido por contato pele a pele em outras situações, tornando a afirmação de transmissão "exclusivamente sexual" incorreta.
O condiloma anal é uma manifestação clínica da infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV), um dos agentes mais comuns de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). O HPV é altamente prevalente, estimando-se que uma parcela significativa da população sexualmente ativa será exposta ao vírus em algum momento da vida, com maior suscetibilidade em jovens de 15 a 25 anos. A transmissão do HPV ocorre predominantemente por contato sexual, incluindo contato pele a pele na região genital e anal. Contudo, é um erro afirmar que a transmissão é *exclusivamente* sexual, pois o vírus pode ser transmitido por contato íntimo em outras situações, o que é relevante para o aconselhamento e prevenção. O período de incubação é bastante variável, podendo levar de semanas a anos para o surgimento das lesões. O tratamento do condiloma anal visa a remoção das lesões visíveis e pode incluir diversas modalidades, como eletrocauterização, excisão cirúrgica, crioterapia ou terapias tópicas. É importante ressaltar que o tratamento das lesões não erradica o vírus do organismo, e as recidivas são comuns. A prevenção primária é feita pela vacinação contra o HPV, que é recomendada para adolescentes e jovens adultos.
O HPV é transmitido principalmente por contato sexual, incluindo contato pele a pele na região genital, anal e oral. Embora a via sexual seja a mais comum, a transmissão não é exclusivamente sexual, podendo ocorrer por contato íntimo não penetrativo.
O período de incubação do HPV é extremamente variável, podendo ser de algumas semanas a vários anos. Muitas pessoas podem ser infectadas e permanecer assintomáticas por longos períodos antes de desenvolverem lesões como o condiloma.
O tratamento do condiloma anal visa a remoção das lesões e pode incluir métodos como eletrocauterização, excisão cirúrgica, crioterapia, laserterapia ou aplicação de ácidos (tricloroacético) ou imunomoduladores tópicos (imiquimode). A escolha depende do tamanho, número e localização das lesões.
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