UNAERP - Universidade de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2025
Na lista brasileira de Condições Sensíveis à Atenção Primária, normatizada na portaria no 221 de 17 de abril de 2008, estão presentes os seguintes grupos diagnósticos, EXCETO:
CSAP: Fraturas NÃO são consideradas condições sensíveis à atenção primária.
As Condições Sensíveis à Atenção Primária (CSAP) são um conjunto de doenças cuja internação hospitalar pode ser evitada por ações eficazes da atenção primária. Fraturas, embora importantes, geralmente demandam atendimento de urgência ou especializado, não sendo primariamente evitáveis pela atenção básica.
As Condições Sensíveis à Atenção Primária (CSAP) representam um importante indicador de qualidade e efetividade dos serviços de saúde básica. A lista brasileira, normatizada pela Portaria nº 221 de 2008 do Ministério da Saúde, inclui grupos diagnósticos como gastrenterites infecciosas, deficiências nutricionais, asma e doenças cerebrovasculares, cujas internações podem ser evitadas por uma atenção primária robusta e oportuna. Compreender essa lista é fundamental para a gestão em saúde e para a prática clínica, pois direciona o foco na prevenção e no manejo adequado em nível ambulatorial. A identificação das CSAP permite aos gestores e profissionais de saúde avaliar a performance da atenção primária, identificar lacunas no cuidado e planejar intervenções para reduzir internações desnecessárias. Por exemplo, um alto número de internações por asma pode indicar falhas no manejo ambulatorial da doença, como falta de acesso a medicamentos ou educação inadequada do paciente. As fraturas, por outro lado, geralmente resultam de traumas agudos ou condições crônicas que demandam intervenção especializada imediata, não sendo primariamente evitáveis pela atenção básica no contexto das CSAP. Para residentes e profissionais, o conhecimento das CSAP é crucial para a prática em saúde coletiva e para a compreensão do impacto da atenção primária na saúde da população. Focar na prevenção e no manejo precoce dessas condições na atenção básica não só melhora a qualidade de vida dos pacientes, mas também otimiza os recursos do sistema de saúde, evitando sobrecarga dos hospitais com casos que poderiam ter sido resolvidos em níveis de menor complexidade.
CSAP são um conjunto de doenças cuja internação hospitalar é considerada evitável por ações efetivas e oportunas da atenção primária à saúde, servindo como indicador de qualidade.
A Portaria 221/2008 do Ministério da Saúde normatiza a lista brasileira de CSAP, estabelecendo os grupos diagnósticos que servem como base para monitoramento e avaliação da atenção primária.
Exemplos incluem gastrenterites infecciosas, deficiências nutricionais, asma, diabetes mellitus e doenças cerebrovasculares, entre outras que podem ter sua progressão ou complicação evitada pela atenção básica.
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