HVV - Hospital Vaz Monteiro - Lavras (MG) — Prova 2025
A Comunicação Interventricular (CIV) é uma das cardiopatias congênitas mais frequentes, caracterizada por um defeito na parede que separa os ventrículos direito e esquerdo. Sobre a CIV, é CORRETO afirmar:
CIV = shunt E→D, sobrecarga VE, ↑ fluxo pulmonar.
A Comunicação Interventricular (CIV) é um defeito no septo que permite a passagem de sangue do ventrículo esquerdo para o direito (shunt E-D), levando a um aumento do fluxo pulmonar e sobrecarga de volume no ventrículo esquerdo. A alternativa B está incorreta, pois a CIV *permite* a mistura de sangue.
A Comunicação Interventricular (CIV) é a cardiopatia congênita mais comum, caracterizada por um orifício no septo que separa os ventrículos. Sua importância clínica reside na alteração hemodinâmica que provoca, afetando o fluxo sanguíneo e a função cardíaca, sendo um tema recorrente em provas de residência. A fisiopatologia da CIV envolve um shunt de sangue do ventrículo esquerdo (maior pressão) para o ventrículo direito (menor pressão), resultando em aumento do fluxo sanguíneo para os pulmões e sobrecarga de volume no ventrículo esquerdo. Essa sobrecarga pode levar à dilatação das câmaras cardíacas e, se não tratada, à hipertensão pulmonar e insuficiência cardíaca. O diagnóstico é frequentemente feito na infância, muitas vezes pela detecção de um sopro cardíaco. O manejo varia desde o acompanhamento clínico para CIVs pequenas que podem fechar espontaneamente, até a correção cirúrgica ou por cateterismo para defeitos maiores e sintomáticos, visando prevenir complicações a longo prazo.
Uma CIV causa um shunt da esquerda para a direita, resultando em aumento do fluxo sanguíneo pulmonar, sobrecarga de volume no ventrículo esquerdo e, a longo prazo, pode levar à hipertensão pulmonar e insuficiência cardíaca.
CIVs pequenas podem ser assintomáticas e fechar espontaneamente, sendo diagnosticadas por sopro. CIVs maiores podem causar sintomas na infância, como dificuldade para ganhar peso, taquipneia, sudorese e sinais de insuficiência cardíaca.
O tratamento depende do tamanho da CIV e dos sintomas. Pode variar desde o acompanhamento clínico para CIVs pequenas com fechamento espontâneo, até o tratamento cirúrgico ou por cateterismo para CIVs maiores e sintomáticas.
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