DASA - Diagnósticos da América (SP) — Prova 2023
Atualmente a medida ultrassonográfica de comprimento de colo uterino mais aceita como fator de risco para prematuridade é abaixo de:
Colo uterino < 25 mm na USG transvaginal = alto risco de parto prematuro.
A medida do comprimento do colo uterino por ultrassonografia transvaginal entre 18 e 24 semanas é um dos principais preditores de parto prematuro. Um colo com menos de 25 mm é considerado curto e indica um risco significativamente aumentado, justificando intervenções como progesterona vaginal ou cerclagem.
O comprimento do colo uterino é um dos mais importantes preditores de parto prematuro, uma das principais causas de morbimortalidade neonatal. A avaliação ultrassonográfica transvaginal do colo uterino, realizada preferencialmente entre 18 e 24 semanas de gestação, é crucial para identificar gestantes em risco. Um colo uterino curto, definido como < 25 mm, está associado a um risco significativamente aumentado de parto prematuro espontâneo. A fisiopatologia do colo curto pode envolver insuficiência istmocervical, inflamação subclínica ou alterações estruturais. A identificação precoce permite a implementação de estratégias de prevenção. A progesterona vaginal é uma intervenção eficaz para gestantes com colo curto, reduzindo a taxa de parto prematuro. Em casos selecionados, como história prévia de parto prematuro ou perda gestacional tardia, a cerclagem cervical pode ser indicada. Para residentes, é fundamental dominar a técnica de medida do colo uterino por USG transvaginal e saber interpretar os resultados. A correta estratificação do risco e a indicação das intervenções apropriadas são pilares na assistência pré-natal de gestações de alto risco, visando melhorar os desfechos neonatais e maternos.
O comprimento do colo uterino abaixo de 25 mm, medido por ultrassonografia transvaginal entre 18 e 24 semanas, é o valor de corte mais aceito para indicar alto risco de parto prematuro.
A USG transvaginal permite medir o colo uterino de forma precisa, identificando gestantes com colo curto que podem se beneficiar de intervenções como progesterona ou cerclagem para reduzir o risco de prematuridade.
As principais intervenções incluem o uso de progesterona vaginal, que ajuda a manter o colo fechado, e a cerclagem cervical, um procedimento cirúrgico para reforçar o colo, especialmente em casos de história de parto prematuro.
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