TECM Teórica - Prova Teórica de Clínica Médica — Prova 2025
O componente da assistência farmacêutica responsável pela disponibilização de medicamentos para doenças como hipertensão e diabetes é o:
Hipertensão e Diabetes = Componente Básico da Assistência Farmacêutica (CBAF).
O Componente Básico (CBAF) foca na Atenção Primária, garantindo acesso a medicamentos essenciais para condições prevalentes como HAS e DM.
A Assistência Farmacêutica no SUS é organizada em três eixos: Básico, Estratégico e Especializado. O Componente Básico é a porta de entrada, tratando condições crônicas de alta prevalência. O entendimento dessa divisão é crucial para a gestão em saúde e para a prática clínica na Atenção Primária, garantindo que o médico saiba quais fármacos estão disponíveis via rede pública municipal. A descentralização da gestão do CBAF permite que os municípios ajustem seus estoques conforme a demanda local, embora sigam diretrizes nacionais de financiamento e padronização.
O Componente Básico da Assistência Farmacêutica (CBAF) é o conjunto de medicamentos e insumos destinados à Atenção Primária à Saúde. Ele abrange o tratamento dos principais problemas e doenças prevalentes na população brasileira, como hipertensão arterial, diabetes mellitus, asma e infecções comuns. O financiamento é tripartite, envolvendo recursos da União, Estados e Municípios, e a gestão é geralmente municipal, baseada na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME).
Enquanto o Componente Básico foca na Atenção Primária e doenças crônicas comuns, o Componente Estratégico (CESAF) é voltado para o controle de doenças com perfil endêmico, impacto socioeconômico ou que requerem controle sanitário específico. Exemplos incluem tuberculose, hanseníase, malária, HIV/AIDS e vacinas. O financiamento do CESAF é majoritariamente federal, com aquisição centralizada pelo Ministério da Saúde para garantir a padronização do tratamento em todo o território nacional.
A seleção é baseada na RENAME, que lista os medicamentos considerados essenciais para atender às necessidades de saúde prioritárias da população. Cada município ou estado pode elaborar sua própria lista (REMUME ou RESME) a partir da RENAME, adaptando-a às necessidades epidemiológicas locais. A escolha prioriza medicamentos com maior eficácia, segurança e custo-efetividade, garantindo que o tratamento para condições como diabetes e hipertensão seja acessível e sustentável dentro do sistema público.
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