IOG - Instituto de Olhos de Goiânia — Prova 2020
No pós-operatório de uma paciente submetida a tireoidedectomia total por nódulo tireoidiano suspeito, deve-se estar atento às seguintes complicações, exceto:
Pós-tireoidectomia total → risco de hipocalcemia, lesão nervo laríngeo recorrente, hematoma cervical, mas NÃO hipercalcemia.
A tireoidectomia total pode levar a diversas complicações, como hipocalcemia (devido à lesão ou remoção das paratireoides), lesão do nervo laríngeo recorrente (causando disfonia ou estridor), hematoma cervical (com risco de compressão traqueal e insuficiência respiratória) e sangramento. Hipercalcemia, no entanto, não é uma complicação esperada, sendo a hipocalcemia a alteração mais comum do metabolismo do cálcio.
A tireoidectomia total é um procedimento cirúrgico comum para diversas patologias da tireoide, como nódulos suspeitos, bócio multinodular e câncer. Embora geralmente segura, apresenta riscos de complicações que todo médico deve conhecer, especialmente no período pós-operatório imediato. As complicações mais relevantes incluem: hipocalcemia, devido à lesão ou remoção inadvertida das glândulas paratireoides (responsáveis pela regulação do cálcio); lesão do nervo laríngeo recorrente, que pode causar disfonia, rouquidão ou, em casos bilaterais, estridor e insuficiência respiratória; hematoma cervical, que pode levar à compressão traqueal e obstrução das vias aéreas; e sangramento. A hipercalcemia, por outro lado, não é uma complicação esperada da tireoidectomia. Pelo contrário, a hipocalcemia é a alteração mais comum do metabolismo do cálcio. O manejo pós-operatório exige vigilância para esses sinais e sintomas, com monitoramento dos níveis de cálcio e PTH, e intervenção rápida em caso de complicações como hematoma expansivo ou estridor.
As complicações mais comuns incluem hipocalcemia (devido à lesão ou remoção das paratireoides), lesão do nervo laríngeo recorrente (causando disfonia ou estridor), hematoma cervical (com risco de compressão traqueal) e sangramento.
A hipocalcemia ocorre devido ao trauma, isquemia ou remoção inadvertida das glândulas paratireoides durante a cirurgia da tireoide. Isso leva à diminuição da produção de paratormônio (PTH) e, consequentemente, à queda dos níveis séricos de cálcio.
Um hematoma cervical pós-tireoidectomia pode expandir-se rapidamente no espaço cervical, comprimindo a traqueia e as vias aéreas superiores. Essa compressão pode causar estridor respiratório e, se não tratada, evoluir para insuficiência respiratória aguda.
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